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trabalho conjunto 01.05.2020 | 08h17

UTI Aérea transporta primeiro paciente do interior para Cuiabá

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Tchélo Figueiredo/Secom

Tchélo Figueiredo/Secom

A UTI Aérea do governo fez o transporte da primeira paciente, nea quinta-feira (30). Uma pessoa que sofre de insuficiência renal aguda foi transferida do município de Confresa (1.180 km a Nordeste de Cuiabá) pela aeronave turbo hélice Chayenne do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), após regulação da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

 

Ela estava em tratamento no Hospital Municipal de Confresa e agora ocupará um leito de UTI do Hospital Estadual Santa Casa, na capital.

 

As equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e do Ciopaer decolaram às 11h de Cuiabá. Já no retorno, a decolagem ocorreu às 15h30, com chegada às 17h40, no hangar do grupamento aéreo, em Várzea Grande. Foram duas horas de voo de ida e duas horas de volta, mais o tempo de espera para liberação médica do hospital de origem.

 

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, disse ser gratificante ver que o serviço de UTI Aérea do Estado já começa a beneficiar a população. “Tenho certeza de que esse incremento será muito válido para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo em tempos de pandemia. A gestão estadual está ampliando a capacidade de atendimento na área de transporte aéreo e, com isso, dando mais resolutividade e melhor assistência em saúde pública”.

 

De acordo com o coordenador do Ciopaer, coronel PM Juliano Chiroli, a estreia do serviço é motivo de alegria e sentimento de dever cumprido. “É um momento histórico que marca a primeira missão aeromédica no Estado de Mato Grosso, na certeza que muitas outras virão, nos quais faremos um trabalho de excelência, trazendo economia aos cofres públicos, e garantindo um serviço para preservar e salvar vidas”.

 

Economia de recursos públicos

A atividade de transporte aeromédico foi instituída por meio do Termo de Cooperação Técnica n° 405/2019, firmado entre a SES e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), visando economia aos cofres públicos, já que antes todo o serviço era locado. De acordo com a Secretaria Adjunta de Regulação, Controle e Avaliação, a SES gasta uma média de R$ 1,5 milhões por mês – R$ 18 milhões ao ano – com a contratação do serviço de UTI Aérea e realiza aproximadamente 70 voos mensais.

 

Atualmente, o Estado paga R$ 21,65 por quilômetro voado e contrata, em média, 70 mil quilômetros por mês. Desses 70 voos realizados por mês, a SES estima que de 20 a 23 sejam substituídos pela aeronave do Estado. Com o incremento, o Governo prevê uma economia inicial de R$ 5 milhões ao ano, com transporte de paciente em situação de emergência.

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