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EXPECTATIVA 21.10.2020 | 15h29

CNI aposta em alta de 9% no PIB brasileiro no terceiro trimestre

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Arquivo/Agência Brasil

 Arquivo/Agência Brasil

Uma projeção da CNI (Confederação Nacional da Indústria) espera crescimento forte da economia no terceiro trimestre de 2020, mas um pouco mais lento nos últimos três meses do ano.

 

A entidade prevê crescimento de 9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro entre julho e setembro, na comparação com os três meses anteriores, os mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.

 

O PIB industrial deve crescer 10% nessa mesma comparação.

 

Leia também - Familiares e vítimas de covid-19 podem pedir benefício do INSS

 

Documento publicado nesta quarta-feira (21) pela entidade analisa dados econômicos nacionais como emprego, taxa de juros, câmbio e inflação

 

Em nota, a confederação alerta que a retomada não será capaz de reverter a queda anual na quantidade de bens e serviços produzidos no país. De acordo com a CNI, a economia nacional deve encolher 4,2% em 2020.

 

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, explica que a recuperação da crise está sendo rápida, mas não se pode falar em retomada do crescimento econômico.

 

Para Andrade, o crescimento econômico acima do patamar pré-pandemia não está garantido. A redução dos estímulos adotados para a economia atravessar o período mais agudo da crise desencadeada pela pandemia do novo coronavírus terá um efeito contracionista relevante e, se ocorrer de forma apressada, tende a prejudicar a recuperação, com impacto no consumo e no emprego.

 

“Antes da crise, o país mostrava falta de competitividade, por isso, sem avanços na agenda de reformas, em especial da tributária, a economia brasileira não sairá da armadilha da renda média”, afirma.

Para ele, a reforma tributária deveria ser tratada como prioridade pelo governo federal.

 

“A questão que se põe, neste momento, é como acelerar essa retomada, adotando medidas para estimular um crescimento mais vigoroso e sustentado ao longo do tempo, com investimentos e criação de empregos”, diz o presidente da CNI.

“O sistema tributário brasileiro é, dentro os fatores do Custo Brasil, o que mais pesa na competitividade das empresas e do país. Sem uma reforma, esse obstáculo não será vencido”, explica.

 

Em suas projeções, a CNI também estima que mais pessoas consigam se reinserir no mercado de trabalho e que a taxa média de desocupação fique em 13,5%, em 2020, 1,6 ponto percentual acima do registrado em 2019, quando alcançou 11,9% da força de trabalho.

 

Para o diretor de desenvolvimento industrial da CNI. Carlos Abijoadi, a crise deve persistir no próximo ano, porque a economia vai sentir o impacto das perdas dos benefícios dados pelo governo federal.

 

Como resolver o problema? Aprovando no Congresso Nacional reformas estruturais, como a tributária, que ajudem a destravar os investimentos e impulsionem assim a retomada do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

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