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'janelas de oportunidades' 05.02.2020 | 09h41

Coronavírus derruba Bolsa e deixa ações com preços mais atraentes

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Marcello Casal jr/Agência Brasil

Marcello Casal jr/Agência Brasil

Desde quando atingiu o maior patamar da história, no dia 23 de janeiro (119.528 pontos), o Ibovespa desabou mais de 3,3% com o surto de coronavírus, que já causou mais de 400 mortes e soma 20 mil infecções na China, segunda maior economia do mundo.

 

A movimentação, no entanto, surge com bons olhos para quem deseja apostar no mercado de ações com os ativos ofertados a preços mais baixos. “São janelas de oportunidades”, avalia a sócia-diretora da FB Wealth, Daniela Casabona.

 

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“Nossa dica é para que não façam nada [com os investimentos] ou comprem mais porque é um bom momento. O segredo é ter um pouco de paciência e aguardar para surfar a boa onda de correção”, orienta Daniela.

 

O diretor comercial da Easynvest, Fabio Macedo, afirma que o coronavírus não alterou a tendência de alta da Bolsa e indica um bom momento para conseguir ações mais baratas. "Quem está pensando em médio e longo prazo consegue fazer com que o preço médio [dos ativos nos quais aposta] fique menor", explica ele.

 

 

Macedo recorda ainda o que aconteceu com o mercado acionário brasileiro em 2002, quando o vírus Sars se espalhou pelo mundo. "Analisando o que aconteceu há 18 anos, nós vimos que a Bolsa sofreu bastante no primeiro mês e, logo em seguida, nos meses subsequentes, ela recuperou rapidamente o que havia perdido."

 

Calma
Melhor aplicação de 2019, a Bolsa dobrou seu número de investidores com o ganho de 31,58% registrado ao longo do ano. Para os iniciantes no mercado, os especialistas indicam que o ideal é manter a calma.

 

"Não entre em efeito de manada. Aqueles que já estão comprados há mais tempo ainda têm uma gordura para queimar, porque a gente viu a Bolsa subindo muito nos últimos meses", orienta Macedo.

 

Daniela também defende que os investidores da renda variável tenham paciência e olhem para os ativos como aplicações de longo prazo. "Esses momentos de crise representam boas oportunidade e não se pode entrar em pânico", afirma a sócia-diretora da FB Wealth.

 

"É claro que você não vai ver um ativo que você comprou cair muito e não fazer nada. Você compra mais porque acredita que a empresa ainda vai melhorar ou dá uma ordem de venda porque não quer perder 100% do seu dinheiro", completa Daniela.

 

Já para quem deseja ingressar no mercado de ações pela primeira vez, o diretor comercial da Easynvest recomenda cautela. “Para ele é até mais vantajoso entrar na Bolsa com um patamar um pouco mais alto do que o de agora, mas sem nenhuma nebulosidade no caminho”, indica Macedo.

 

Além das ações listadas na Bolsa, as notícias relacionadas aos coronavírus também afetam a valorização de debêntures e dos fundos de ações, multimercados e imobiliários.

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