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três jogadores infectados 12.05.2020 | 15h17

Amedrontados, jogadores do Flamengo não querem volta dos treinos na Gávea

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Reprodução Twitter

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Medo.

 

Esse é o sentimento que domina os jogadores e a Comissão Técnica do Flamengo.

 

38 pessoas infectadas com o coronavírus, entre parentes, atletas, funcionários do clube. Em um universo de 293 testes.

 

Ou seja, 13% na semana passada estavam contaminados.

 

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Três são jogadores, que não tiveram seus nomes revelados.

 

O resultado do exame na semana passada teve o efeito contrário do que esperava o presidente Rodolfo Landim.

 

Em vez de passar confiança, despertou tensão na Gávea.

 

Veio se juntar ao clima de profunda tristeza pela morte do massagista Jorginho.

 

A direção do clube questiona se deve manter os treinos no Ninho do Urubu, já que a cidade a partir de hoje tem bloqueios em 11 bairros.

 

Já foram confirmadas 1.770 mortes. Com mais de 12 mil infectados.

 

O governador Wilson Witzel extendeu a quarentena até 31 de maio. Mas, com a curva ascendente da doença, ela deverá ser prorrogada para junho.

 

Não há a menor perspectiva de volta do futebol.

 

As direções de Botafogo e Fluminense avisaram oficialmente que não colocarão seus times em campo enquanto houver risco, por conta do coronavírus.

 

Assim como o Grêmio e o Internacional, a cúpula do Flamengo quer a volta pelo menos dos treinos. Para expor as marcas dos seus patrocinadores, nos vídeos e fotos que deixará à disposição da imprensa.

 

O clube tem até dois pareceres jurídicos que poderiam ser discutidos judicialmente e permitir a volta dos treinos, apesar da decretação da quarentena.

 

O técnico Jorge Jesus evita entrar em polêmica.

 

Diz que acatará a decisão de Landim.

 

Só que Jesus fará 66 anos em julho.

 

Pertence, pela idade avançada, ao grupo de risco da doença.

 

Sua presença não é recomendada no Ninho do Urubu.

 

O presidente Rodolfo Landim, o vice Rodrigo Dunshee e Luiz Eduardo Baptista, vice de relações externas, são os mais inconformados com a paralisação. Mas há uma forte ala moderada na diretoria flamenguista que prefere não expor jogadores e funcionários aos treinos sem a previsão de jogos.

 

Os atletas não querem confronto com os dirigentes.

 

Os três jogadores infectados pelo coronavírus, que estariam assintomáticos, seguem em isolamento total.

 

A revista Veja publicou que um deles seria Rodrigo Caio. O jogador negou, em nota oficial.

 

Novos testes para detectar coronavírus estavam planejados para ontem. Foram adiados enquanto houver o impasse em relação aos treinos. A Ferj liberou, mas o governo do Rio de Janeiro tem impedido a volta aos treinamentos. A postura tem acompanhado a quarentena.

 

Ela foi esticada até o dia 31 de maio.

 

Situação que traz alívio aos atletas.

 

Eles não querem voltar a treinar agora...

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