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jogador emotivo 22.01.2020 | 15h43

Coutinho desprezado no Bayern. Péssimo para Tite

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Lance

Lance

Uma péssima notícia para Tite.

 

Leia também - Clubes rejeitam o talentoso, e problemático, Thiago Neves

 

O treinador da Seleção sabe, melhor do que ninguém, o quanto Philippe Coutinho é um jogador emotivo.

 

Ele precisa estar se sentindo valorizado, reconhecido.

 

Questionado, pressionado, tem seu rendimento diminuído.

 

Se abala facilmente, caso não se sinta seguro.

 

Foi assim, por exemplo, na Copa da Rússia.

 

Quanto mais se esperava dele, seu desempenho mais decepcionou.

 

Foi Neymar simulando faltas e rolando no gramado de um lado. Do outro, Coutinho se submetendo à marcação, desaparecendo dos jogos.

 

Ele assumiu várias vezes ter um sonho como atleta.

 

Atuar no Barcelona.

 

Era obcecado.

 

Mesmo no auge da carreira, jogando bem demais sob o comando de Jürgen Klopp, forçou sua saída do Liverpool.

 

Foi a contratação mais cara da história do time catalão.

 

120 milhões de euros, R$ 558 milhões. Mais 15 milhões de euros, R$ 69,9 milhões, até 2023.

 

Coutinho acreditou que faria uma dupla histórica com Messi.

 

Só que o brasileiro rende mais do meio para a esquerda, setor ocupado pelo argentino, que não quis saber de revezamento.

 

Philippe que jogasse pela direita.

 

Foi o que aconteceu.

 

O desempenho de Coutinho foi fraco. Fora o abalo psicológico de não ter o apoio que esperava na Catalunha.

 

Uma temporada bastou.

 

Além de decepcionar, desafiou a própria torcida do Barcelona.

 

E lá foi ele emprestado ao Bayern de Munique.

 

Outra vez, o jogador teve um rendimento instável.

 

Nas partidas mais importantes do clube alemão, desempenho questionável.

 

Tanto que o sério jornal Bild divulgou hoje.

 

O Bayern não vai exercer o seu direito de compra.

 

Não irá gastar 120 milhões de euros, R$ 558 milhões com Philippe Coutinho.

 

Ele será devolvido ao Barcelona.

 

A imprensa espanhola já avisa que o clube não o quer de volta.

 

E busca outra equipe para ficar com o meia.

 

Tudo isso quando Tite começará neste ano a disputar as Eliminatórias e formar a base do time que disputará a Copa do Qatar.

 

Ele tem em Coutinho uma peça-chave.

 

Mas tem plena noção o quanto precisa do jogador confiante, feliz, animado.

 

Isso depende muito do clube onde está.

 

O pior é que, na posição, não surgiu grandes jogadores.

 

A grande esperança era Lucas Paquetá.

 

Mas ele se tornou reserva, dispensável no Milan.

 

Tite seguirá apostando em Coutinho.

 

Mas sabe que, enquanto o jogador não arrumar uma equipe que o valoriza, será mais um problema para a Seleção.

 

Esse é um efeito colateral da geração mimada, que tem Neymar como exemplo, como o grande privilegiado na CBF.

 

Coutinho é um coadjuvante obediente.

 

Mas que precisa de confiança para jogar.

 

O Bild acaba de desmoronar sua autoestima...

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