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volta do futebol italiano 13.06.2020 | 09h11

Cristiano Ronaldo desperdiça pênalti, mas Juve sobrevive e avança na Copa da Itália

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Desde a inauguração do seu Allianz Stadium, em Turim, capital da região do Piemonte, norte da Itália, no dia 8 de Setembro de 2011, a Juventus havia hospedado 12 vezes o rivalérrimo Milan e, invicta, havia somado 11 triunfos. O único empate ocorreu na fase semifinal da Copa Itália de 2011/12. Então, depois de sobrepujar o clube “rossonero” no San Siro, 2 X 1, a esquadra “bianconera” ficou no 2 X 2, em seus domínios, e se classificou à decisão. Perderia a peleja, Napoli 2 X 0. Naquela mesma temporada, porém, iniciaria uma sequência impressionante e inédita de conquistas do “scudetto” do Campeonato Nacional. Mais. No trajeto ainda abiscoitou um tetra na Copa, entre 2015 e 2018. E o Milan? Permaneceu zerado em ambas competições.

 

Nesta sexta-feira, dia 12 de Junho, a data da ressurreição do Futebol da segunda competição em importância na Velha Bota, depois de 110 dias de suspensão obrigatória por causa da Covid-19, o Milan radicalmente necessitava resgatar o infortúnio da pugna de ida, 1 X 1 aos 94', no seu San Siro da capital da Lombardia. Penalizado pela UEFA porque maquilou balanços financeiros, excluído das contendas do continente, disputa um “Nazionale” precário, apenas o sétimo posto na tabela. Um sucesso na Copa Itália lhe asseguraria uma vaga na Europa League. Todavia, em crise o seu elenco, indisposto com o Elliot Group, o seu novo dono, e com o prepotente Ivan Gazidis, seu representante, o treinador Stefano Pioli ainda corria o risco de uma súbita, humilhante demissão. O placar, 0 X 0, talvez lhe tenha assegurado a sobrevivência. No entanto, favoreceu a Juve, que agora enfrenta, quarta, 17, o ganhador de Napoli X Internazionale, que se pegam neste sábado.

 

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Estranhíssimo presenciar a chegada dos atletas ao Allianz Stadium, todos devidamente mascarados, em entrevistas com repórteres idem, as arquibancadas totalmente vazias, os sons do campo a repercutirem no concreto dos degraus e nos metais da cobertura. O elenco do Milan se aqueceu nos bastidores. O time da Juve subiu ao gramado com um dístico anti-racismo nas costas do fardamento. Daí, assim que o mediador Daniele Orsato liberou o seu apito inicial, assumiu o controle das ações. Aos 14’, graças ao VAR, o árbitro apontou um toque de braço de Conti, zagueiro do Milan, junto à linha da área pequena. Penal, que Cristiano Ronaldo cobrou, rasteirinho, num poste de Donnarumma. O Milan, porém, nem pôde celebrar. No lance seguinte, o imprevidente Rabic alçou o pé no rosto de Danilo e viu o inexorável cartão vermelho. O Milan com dez. E, no primeiro tempo, em duas ocasiões, acrobático, o arqueiro “rossonero” impediu o gol da anfitriã.

 

Aliás, um péssimo primeiro tempo do CR7, ainda longe da melhor forma e, principalmente, irritado pela ausência de platéia, ele que tanto aprecia se exibir. Na emergência da pandemia, a FIFA autorizou que se façam cinco trocas durante uma pugna. Nem Pioli e nem Maurizio Sarri, seu adversário de banco na “Senhora”, efetuaram qualquer alteração no intervalo. E o segundo tempo se estendeu no mesmo ramerrão, inodoro e insosso, a Juve no cerco e o Milan a tentar pontadas eventuais. Aos 62’, enfim, o mister “bianconero” modificou no atacado. Bernardeschi, Rabiot e Khedira nos lugares de Douglas Costa, Matuidi e Pjanic. O meio-de-campo quase todinho novo. De fato, a inatividade comprometeu o fôlego dos dois times. E outras trocas, de lado a lado, não impediriam que a mediocridade determinasse um resultado nulo.

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