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'arena magalu' 25.08.2020 | 09h00

Itaquerão pode virar Magaluizão e Corinthians negocia naming rights

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Reprodução/Twitter

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Seria a salvação.

 

Ou melhor, a correção de um erro histórico.

 

Leia também - Cuiabá EC vence o Avaí e divide a liderança com o Paraná

 

Desde que Andrés Sanchez conseguiu, com o apoio vital de Lula, junto à Odebrecht, e Ricardo Teixeira, junto à Fifa, a construção do Itaquerão, seu prestígio despencou no Corinthians.

 

A primeira, a forma de pagamento do estádio.

 

Andrés apostou que o PT se manteria no poder e o clube seguiria tendo o parcelamento do pagamento do estádio, com juros muito abaixo do mercado. Como se já não bastasse o incentivo que o governo federal havia dado aos estádios da Copa de 2014.

 

Então, ele não pensou duas vezes.

 

E aceitou que toda a arrecadação dos jogos do Corinthians fosse destinada ao pagamento do estádio. Só que o PT perdeu poder. Não houve mais o patrocínio da Caixa Econômica na camisa do clube, que rendia R$ 30 milhões limpos, por ano.

 

Os Certificados de Incentivos ao Desenvolvimento, CIDs, na prática, impostos de empresas devedoras à prefeitura de São

Paulo, deveriam chegar a R$ 350 milhões e que seriam descontados do preço do estádio.

 

Mas a prefeitura liberou apenas R$ 45 milhões.

 

Andrés mergulhou o clube em uma grande armadilha financeira, para pagar o estádio.

 

Porque também não conseguiu cumprir a segunda questão.

 

Os famosos naming rights do estádio.

 

Desde 2010, quando teve a confirmação, que o estádio substituiria o Morumbi na abertura da Copa de 2014, Andrés Sanchez

vem prometendo encontrar uma empresa para batizar a arena na Zona Leste.

 

E ainda caiu na bobagem de garantir que cobraria R$ 400 milhões por 20 anos.

 

Isso porque ele sabia que a arena que o Palmeiras construía iria ser batizada por R$ 300 milhões, por 20 anos. O negócio foi concluído em 2013, e o estádio se chama Allianz Parque.

 

O Corinthians tentou com a Emirates, Neo Química, Samsung, Nike, Ambev. Andrés viajou até o mundo árabe, depois foi para a China. Mas nada de naming rights.

 

Até que agora, na reta final do seu mandato, surge uma empresa que abre a possibilidade de negociação.

Depois de dez anos que o estádio é conhecido como Itaquerão.

 

O Magazine Luíza.

 

Nas conversas preliminares, o valor chegaria a R$ 350 milhões.

 

E por 30 anos.

 

Seria algo fabuloso, para travar os inúmeros problemas financeiros corintianos.

 

Mas conselheiros ligados a Andrés garantem que não há nada fechado.

 

E que há duas empresas interessadas, a Amazon e a Neo Química.

 

O dirigente está entusiasmado.

 

E ironiza nas redes sociais.

 

"Estamos bem perto. Jaja vem, mas nunca esteve na camisa do Timão", escreveu no twitter, como se estivesse brincando em uma quermesse, e não presidindo o clube com maior torcida em São Paulo.

 

A euforia de torcedores nas redes sociais é enorme.

 

A expectativa também.

 

Investidores estão duvidosos.

 

Não entendem o motivo que faria uma empresa gastar tanto dinheiro em um estádio que já tem 'nome'.

 

O clima é de euforia no Corinthians.

 

Depois de dez anos o Itaquerão pode ser batizado.

 

Difícil será chamá-lo do novo nome...

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