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grosseiro ao vivo 17.02.2020 | 16h14

Machistão, Galvão tem de pedir desculpas de joelhos a repórter

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Puxando bem aqui pela memória, não consigo lembrar nenhuma vez em que Galvão Bueno foi tão rude e grosseiro com algum repórter masculino da Globo como foi com a repórter Nadja Mauad. A patada do narrador aconteceu no jogo Flamengo e Athletico-PR, neste domingo (16), pela final da Supercopa do Brasil.

 

A rusga rolou após Nadja dar a seguinte informação: “Revelado pela Ponte Preta [Abner, jogador que entraria no jogo naquele instante]. O [Athletico-PR] pagou R$ 10 milhões por ele. O mais jovem e caro”.

 

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Na sequência, Galvão disse o seguinte: “Nadja, só faltou dizer quem ficou satisfeito de receber toda essa grana com a vinda dele para o Athletico-PR. (...) Ponte Preta, dá a informação completa ao telespectador”. Algum tempo depois, Galvão tocou no assunto novamente, mas dessa vez para pedir desculpas à repórter. Ele reconheceu que ela havia dito “Ponte Preta”, mas que ele não havia ouvido. “Então, peço desculpas”. Nadja soltou um pacificador “tamo junto”.

 

Bom, a grosseria de Galvão foi algo praticamente inédito com relação a um colega de trabalho, especialmente durante uma partida de futebol. Já houve rusgas aqui e ali durante o Bem, Amigos, programa que o narrador comanda no SporTV. Mas, de cabeça, realmente não dá para lembrar algo do tipo que Galvão tenha feito com Mauro Naves, Tino Marcos, Marcos Uchoa e qualquer outro repórter de campo que tenha atuado ao lado do narrador. Na verdade, a relação de Galvão com esses repórteres homens sempre foi de admiração, camaradagem.

 

Com Nadja a coisa foi totalmente diferente. Por acreditar que estava faltando uma informação, Galvão, no ar, partiu para a grosseria, coisa que não faria se fosse um de seus amigos da velha guarda ali no campo. Ainda tem o agravante de que Nadja não está no Rio ou São Paulo, praças consideradas maiores e mais importantes pela Globo. Ela participou da partida porque cobre o dia a dia do Athletico, lá em Curitiba.

 

E, vamos combinar uma coisa aqui: mesmo que ela não tivesse citado a Ponte Preta, Galvão não precisaria reagir dessa maneira, certo? Podia ter sido mais sensível e gentil. Até porque ele próprio e os comentaristas chamaram o Athletico-Pr algumas vezes de Atlético Mineiro. Quanto a isso, tudo bem, né?

 

O narrador, um dos melhores de todos os tempos da televisão brasileira, teve a grandeza de reconhecer o erro e pedir desculpa no ar. Reconheceu, voltou atrás em algo que simplesmente não deveria ter feito. Pediu desculpas. Devia pedir mais.

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