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companheiro de campo 26.06.2019 | 09h32

Messi defende retorno de Neymar ao Barcelona mas sofre oposição do clube

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Reprodução/Instagram

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O retorno de Neymar ao Barcelona, se confirmado, acontecerá apenas por desejo de Lionel Messi. É ele o principal interessado em ter o brasileiro novamente como companheiro. Pelo presidente do clube, Josep Maria Bartomeu, Neymar nunca mais vestiria a camisa da agremiação.

 

Messi, no entanto, está pressionando o presidente para que ele aceite a volta de Neymar. E, no Barcelona, neste momento, um desejo de Messi é praticamente uma ordem.

 
 

Estas informações foram dadas por uma fonte de fora do Brasil, que mantém contato com o clube catalão, e mostram que a volta de Neymar, antes impensável, se tornou possível.

 

Ao deixar o clube, em agosto de 2017, jogador e entidade se envolveram em um imbróglio jurídico que fez Neymar ser considerado uma espécie de persona non grata no clube.

 

A fonte informou ainda que Neymar já teria comunicado o pai dele que não quer permanecer no PSG. O jogador teria dito para o pai que, por ele, não voltaria nem para Paris.

 

O biógrafo de Neymar, o jornalista Luca Caioli, italiano que mora na Espanha, afirma que o craque brasileiro mantém bom ambiente entre os jogadores do Barça.

 

"As más línguas dizem por aqui que é mesmo um pedido do Messi. Além de se entender bem com o argentino, Neymar se entende bem com Luis Suárez. No vestiário ele é querido."

 

Neste momento, o Barcelona, além de uma redução salarial, exige que Neymar retire o processo por um bônus de renovação não pago no valor de 26 milhões de euros (112 milhões de reais), que o fez inclusive acionar a Câmara de Resolução de Disputas da Fifa.

 

Neymar exigia o bônus argumentando que era um direito seu, a partir do momento em que ele renovou o contrato com os catalães, em 2016. A quantia deveria ter sido paga no início de agosto de 2017, dias antes dele se transferir ao PSG.

 

Há, no entanto, alguns empecilhos para que a negociação se concretize. PSG e Barcelona tiveram algumas rusgas recentes.

Segundo o jornal Le Parisien, o clube francês, presididio pelo catari Nasser Al-Khelaïfi, exigiu 300 milhões de euros (R$ 1,3 bilhão) para ceder Neymar. O valor pago em 2017 para contar com o brasileiro foi de 222 milhões de euros (R$ 820 milhões).

Outras equipes, como o Real Madrid, também monitoram a negociação e mantêm interesse na contratação do jogador brasileiro.

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