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'menino da vila' 11.09.2020 | 15h33

Santos despreza condenação por estupro. Sela acordo com Robinho

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Reprodução/Instagram

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25 jogos, nenhum gol.

 

Reserva a maior parte da temporada.

 

No fraquíssimo Campeonato Turco.

 

Assim que acabou a festa, o treinador Okan Buruk tratou de avisar a diretoria.

 

Não precisava gastar dinheiro com o atacante brasileiro, ele não o queria.

 

Leia também - Neymar curado da covid-19 e manda recado em rede social; 'O pai tá on'

 

E desde julho, o ex-jogador do Real Madrid, Manchester City, Milan, que disputou as Copas do Mundo de 2006 e 2010, está na na sua luxuosa casa no Guarujá.

 

Esperando.

 

O físico franzino não existe mais.

 

Como sua velocidade absurda com a bola dominada, os dribles desconsertantes, as pedaladas, responsáveis por seu assustador início no futebol, ficaram no passado.

 

A caminho dos 37 anos, ele é milionário.

 

Mas quer jogar pelo menos mais dois anos.

 

Não na Itália, onde não pode voltar, condenado por 'violência sexual em grupo', em 2017.

 

De acordo com o Tribunal de Milão, ele e seu amigo, Ricardo Falco, teriam abusado de uma jovem albanesa, em janeiro de 2013, em um banheiro do restaurante/boate Sio Café, em Milão.

 

Eles teriam imposto a ela "humilhações repetidas, bem como, a atos de violência sexual pesados, descritos em conversas interceptadas", dizia o relatório final do julgamento.

 

A juíza da nona seção do Tribunal de Milão detalhou trechos de conversas que teriam sido capturados entre o jogador e Falco.

 

"(Foram usados)Termos chulos e desdenhosos, sinais inequívocos de falta de escrúpulos e quase consciência de uma futura impunidade."

 

"Isso levou o acusado até mesmo a rir várias vezes do incidente, destacando assim um absoluto desrespeito pela condição da vítima."

 

A condenação foi dura.

 

Nove anos de prisão.

 

Mas ainda cabem recursos.

 

Por isso, Robinho segue sua carreira de futebol, longe da Itália, tranquilamente.

 

Foi a possibilidade de ir preso que fez o atacante não seguir com a delegação do time turco, em setembro do ano passada, no jogo pela Liga Europa, contra a Roma. Revelou a agência de notícias Ansa.

 

E, como foi na sua trajetória de 18 anos como jogador profissional, sempre que teve problemas, o Santos abriu suas portas para um retorno.

 

Foi assim, em 2010, quando estava encostado no Manchester City, reserva dos reservas, e poderia perder a Copa da África do Sul.

 

E também em 2014, quando também tinha virado mero reserva dos reservas no Milan.

 

Em 2016, depois de decepcionar no Guangzhou Evergrande, voltou para o Brasil.

 

Para o Santos, que o queria?

 

Não.

 

Para o Atlético Mineiro, que ofereceu um contrato milionário.

 

Pois agora, em 2020, ele já tem apalavrada sua volta à Vila Belmiro.

 

Conversou com o presidente José Carlos Peres.

 

O dirigente o quer como escudo, diante de mais uma ameaça de impeachment que enfrenta.

 

Independente de Cuca, a decisão é do presidente.

 

Só que o Santos está impedido de contratar.

 

A Fifa impôs essa punição porque constatou que o clube brasileiro prometeu e não pagou R$ 30 milhões ao Hamburgo. A dívida é de 2017.

 

Peres tratou de nomear a advogada de Robinho, Marisa Alija, para resolver a pendência jurídica.

 

Se ela conseguir, Robinho será contratado no dia seguinte.

 

Assim como outro veterano, o volante Elias, ex-Corinthians.

 

O presidente santista não se importa com a condenação por estupro.

 

"É um 'menino da Vila', sempre jogou bem no Santos. Acho que cabe mais uma vez vir para o Santos, é muito bom de vestiário. Não tem muito o que discutir. "

 

"Robinho tem todo o direito de se defender."

 

"A Vila Belmiro e o CT são a segunda casa dele."

 

As negociações com a Fifa e um acordo com o Hamburgo está encaminhado.

 

Assim como a volta de Robinho.

 

Jogador que saiu do Santos há 15 anos, para ser o 'melhor do mundo'.

 

Jamais chegou perto desse objetivo.

 

Real Madrid, Manchester City, Milan, Guangzhou Evergrande, Atlético Mineiro, Sivasspor, Istanbul Basaksehir...

 

Nenhum desses clubes fez questão de segurar o atacante.

 

Saiu sem deixar saudades.

 

Só o Santos tem essa obsessão por Robinho.

 

E ele sempre aproveita dessa paixão...

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