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POLICIAIS PRESOS 22.08.2019 | 14h53

Conversa flagrada com namorada reforça investigações do Gaeco

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Jessica Bachega e Yuri Ramires

redacao@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Conversas por meio do aplicativo WhatsApp apontam que o tenente Cleber de Souza Ferreira, que teve outra ordem de prisão expedido na quarta-feira (20) durante a Operação Coverge, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), estava preocupado com duas ocorrências em que ele está envolvido, classificadas pelo militar como “QCT da arma e agora desses celulares”. Ele está de preso desde junho quando foi deflagrada a Operação Assepsia.   

 

De acordo com o inquérito do Gaeco, fato revelador a conversa com a namorada, que também é policial militar, a preocupação com essas duas ocorrências. Uma delas desencadeou a busca por novas informações, resultando na terceira fase da Operação Mercenários. 

 

“Sendo a primeira relacionada ao boletim de ocorrência de uma arma e a outra referente aos 68 celulares apreendidos e escondidos dentro de um freezer localizado no interior da Penitenciária Central do Estado”. 

 

Leia também - Policial se antecipa à operação e TJ não autoriza prisão

 

A partir dessa conversa, os investigadores passaram a trabalhar para detectar possíveis atos ilícitos relacionados com a arma de fogo do militar, uma pistola Glock calibre 9mm.

 

“Após esmiuçar as demais conversas armazenadas no aplicativo WhatsApp, constatou-se que os policiais militares do Estado de Mato Grosso o segundo-tenente  Cleber de Souza Ferreira, tenente Thiago Satiro Albino, tenente-coronel Marcos Eduardo Ticianel Paccola e tenente-coronel Sada Ribeiro Pereira e outras pessoas até então não identificadas, estariam agindo voluntariamente e conscientemente, com o propósito de embargar investigação criminal, ainda em andamento no interesse de um Inquérito Policial Militar – IPM- que diz respeito ao ‘b.o da arma’”, diz trecho do documento.

 

Operação Mercenários 

Foi a partir dessas conversas que os investigadores do Gaeco encontraram dois inquéritos que Cleber responde dentro da Operação Mercenários, que apontou a participação de vários policiais militares em execuções, mediante pagamento, nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

 

Diante do exposto, investigadores iniciaram o relatório técnico da terceira fase da Operação Mercenários, para esclarecer o vínculo dos investigados citados acima com o grupo que praticava execuções na baixada cuiabana. 

 

Tenente Cleber de Souza Ferreira, tenente Thiago Satiro Albino e o tenente-coronel Sada Ribeiro Pereira estão presos. Já o tenente-coronel Marcos Eduardo Ticianel Paccola conseguiu salvo-conduto da Justiça e não chegou a ser preso, será apenas intimado e ouvido pelo Gaeco.

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