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grampolândia 09.08.2019 | 17h25

Em nota, presidente da Amam explica 'áudio vazado' sobre os grampos ilegais

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Junior Silgueiro/Amam

Junior Silgueiro/Amam

Após polêmica por conta de declarações do presidente da Associação Mato-Grossenses dos Magistrados (Amam), Tiago Abreu, sobre "possíveis prisões de procuradores", a instituição emitiu nota justificando que a fala diz respeito a quaisquer envolvidos na "grampolândia pantaneira". O comentário não seria direcionado ao Ministério Público Estadual (MPE), como interpretado.

 

O caso ganhou repercussão nacional, após o jornal Correio Braziliense publicar uma matéria com o título "Magistrado prevê prisão em massa de procuradores em Mato Grosso". A matéria teve como base um áudio que Tiago teria mandado para outro magistrado, comentando o caso. 

 

Leia também -Juiz de MT prevê 'prisão em massa' de membros do MPE

 

“Se ficar constatada esta intempérie acredito que teremos muitas prisões e isto irá despertar uma reorganização, uma restruturação de todo o aparato que hoje é montado com a finalidade de desbaratar o crime organizado”, diz trecho da nota divulgada pela assessoria da Amam.

 

De acordo com a assessoria da Amam, o presidente falou sobre o tema em entrevista, essa semana. Na oportunidade defendeu as investigações conduzidas pelo Judiciário e ponderou que, se comprovados os fatos, “este será um dos maiores atentados à democracia dentro do Estado Democrático de Direito desde a sua redemocratização”.

 

Os rumores de possíveis prisões demissões no MPE veio à tona depois do procurador-geral do MPE, José Antonio Borges, confirmar que não descarta afastamento de membros órgão, caso seja comprovado o envolvimento dos acusados em escutas clandestinas. A medida não se aplica somente à grampolândia, as ações em que foram utilizadas barrigas de aluguel para se interceptar alvos do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

 

Na nota, para amenizar o mal estar gerado entre AMAM e MPE, o presidente reforça seu respeito ao Gaeco e o reconhecimento ao trabalho desenvolvido no combate ao crime organizado.

 

Confira nota

 

A Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM) vem a público esclarecer que as declarações dadas pelo presidente da entidade, juiz Tiago Abreu, sobre possíveis prisões se referem a qualquer cidadão envolvido no escândalo conhecido como “Grampolândia Pantaneira”. Desde que, óbvio, comprovada a sua participação.

 

O magistrado tem reiterado tal observação todas as vezes em que é questionado sobre o caso, o que se torna, portanto, uma declaração pública, sem quaisquer intenções outras que não a de analisar qual seria a postura comum do Poder Judiciário.
Em entrevista concedida esta semana a uma emissora de rádio da Capital, o juiz Tiago Abreu chegou a comentar o caso, afirmando: “se ficar constatada esta intempérie acredito que teremos muitas prisões e isto irá despertar uma reorganização, uma restruturação de todo o aparato que hoje é montado com a finalidade de desbaratar o crime organizado”.

 

O magistrado defendeu a postura do Poder Judiciário na condução do processo e acredita que, comprovando-se tudo que vem sendo falado até o momento nas audiências pelos envolvidos no caso em questão, este será um dos maiores atentados à democracia dentro do Estado Democrático de Direito desde a sua redemocratização.

 

O presidente da entidade ainda faz questão de parabenizar a atuação dos magistrados envolvidos nos processos da “Grampolândia Pantaneira”, que conduzem as ações de maneira célere e respeitando todas as normas processuais.
A AMAM reitera o respeito ao Ministério Público e o trabalho do Gaeco, que muito já contribuiu no combate ao crime organizado, e reconhece o importante trabalho realizado por seus membros ao longo dos anos junto a sociedade mato-grossense.

 

A entidade reforça que está vigilante na defesa e manutenção do respeito ao Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso.

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