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delator premiado 06.03.2019 | 10h08

Ex-secretário de Educação, Permínio depõe e gera tensão no 'ninho tucano'

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Chico Ferreira/A Gazeta

Chico Ferreira/A Gazeta

Ex-secretário de Estado de Educação e delator da Operação Rêmora, Permínio Pinto (PSDB) será ouvido no próximo dia 15 de março pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, às 14 horas.

 

Leia também - Barbudo defende Selma contra acusações de caixa dois

 

O novo depoimento foi marcado após o Supremo Tribunal Federal (STF) comunicar à Justiça mato-grossense sobre a delação de Permínio, anexada na ação penal oriunda da Operação Rêmora, que investiga esquema de corrupção na secretaria de Estado de Educação (Seduc).

O delator deve reafirmar tudo o que disse em sua delação no STF, inclusive, que chegou a tratar de "algumas licitações para serem direcionadas com o próprio governador", o que comprovaria que Pedro Taques (PSDB) sabia do esquema.

 

"Oportunidade em que será conferido o direito de cumprir integralmente o acordo firmado, prestando as informações que sejam de seu conhecimento, úteis para a elucidação dos fatos em apuração nesta Ação Penal, na presença das defesas constituídas", diz trecho do despacho do magistrado no mês passado.

Em sua delação, o tucano teria entregue aos investigadores mensagens do aplicativo WhatsApp em que Taques fala em “facilidade nas licitações”.

 

Réu confesso, Permínio era chefe da pasta na época e diz ter atuado na execução de contratos, cobrando propina das empresas vencedoras.

O ex-deputado estadual e agora conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Guilherme Maluf, também é citado em sua delação.

 

O delator acusa ainda o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ele teria revelado esquemas quando atuava no gabinete do parlamentar.

A Operação Rêmora foi deflagrada no início de maio de 2016 pelo Gaeco para desmantelar fraudes e direcionamento de 23 licitações da Seduc orçadas em R$ 56 milhões para construção e reformas de escolas. 

 

De acordo com Ministério Público Estadual (MPE), ficou comprovado que após o pagamento por parte da Seduc aos empreiteiros o valor (inicialmente 5%, depois de 3%) era devolvido a parte da organização criminosa através do arrecadador da propina, Giovani Belatto Guizardi.

Para ter a delação homologada, além de revelar os pormenores da organização criminosa, Permínio se comprometeu a devolver R$ 500 mil aos cofres públicos. Valor dividido em 5 parcelas.

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Comentários

PACHECO - 07/03/2019

rouba milhões e quer devolver esta merreca e sair livre ,, bandido é bandido , mesmo delatando, e tem que cumprir cadeia.

CHIRRÃO - 06/03/2019

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2 comentários

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