Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 18/09/2020

Judiciário - A | + A

Sem acordo 12.08.2020 | 07h23

Justiça bloqueia bens de hospital para quitar dívida de ex-sócios

Facebook Print google plus

Arquivo A Gazeta

Arquivo A Gazeta

Em meio à pandemia da covid-19, a Importadora e Exportadora Jardim Cuiabá, responsável pela administração do Complexo Hospitalar de Cuiabá (CHC), teve parte dos seus recursos sequestrados pela Justiça em decisão judicial que visa quitar dívida superior de R$ 2,1 milhão adquirida na antiga gestão da unidade. 

 

A decisão é da juíza da 9º Vara Civil de Cuiabá, Sini Savana Bosse Saboia Ribeiro em favor da Quality Comercial de Produtos Médicos Hospitalares LTDA., responsável por fornecer produtos hospitalares para a unidade médica, que não cumpriu suas obrigações e deixou de pagar a empresa pelo serviço prestado.

 

Leia também - Multas aplicadas pela prefeitura na pandemia chegam a quase R$ 300 mil

 

A dívida hoje é de R$ 2. 119.865,31. Duas audiências chegaram a ser realizadas, mas sem sucesso. Foi então que a Quality pediu ainda o reconhecimento da sucessão da antiga gestão do Jardim Cuiabá e seus ex-sócios, Arilson Costa de Arruda e Espólio de Fares Hamed, para a atual, comandada pela Importadora e Exportadora Jardim Cuiabá, o que foi deferido pela juíza, determinando ainda o arresto cautelar para indisponibilidade das cotas sociais de Arilson e Espólio.

 

“Acerca do pedido de reconhecimento de sucessão empresarial, na presente hipótese, à medida que se impõe é o deferimento, visto que as provas juntadas aos autos indicam a alegada sucessão, pois fica claro que a referida empresa ocupa o mesmo espaço ocupado anteriormente por outra empresa, o objeto social é identifico, assim como o estabelecimento comercial e a carteira de clientes, além do desempenho das mesmas atividades”.

 

A magistrada entendeu ainda, com base nos autos, que o hospital teve a oportunidade de apresentar proposta de acordo, ou até mesmo satisfazer a dívida, “porém permaneceram inertes”. Além disso, ficou visível o ‘desinteresse da parte executada na resolução do conflito [...] configurando assim, o perigo de dano’.

 

Por fim, a magistrada explica ainda que não há perigo de irreversibilidade do provimento antecipado, já que ‘a medida não causará prejuízo à empresa requerida’. A Unimed Cuiabá deve ser oficializada sobre o deposito judicial de 30% sobre o faturamento mensal da empresa.

 

Esse valor é o arrecadado pelos atendimentos da Importadora e Exportadora Jardim Cuiabá, que hoje administra o hospital. O valor deve ser depositado até que o valor da dívida seja quitado.

 

Outro lado

A reportagem do entrou em contato com o escritório de advocacia responsável pelo hospital, mas não obteve retorno.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Denúncias de mulheres contra agressores demoram vir à tona por conta de posição social?

Parcial

Edição digital

Sexta-feira, 18/09/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 18,55 0,54%

Algodão R$ 119,75 0,53%

Boi a Vista R$ 138,00 0,73%

Soja Disponível R$ 64,95 0,15%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2020 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.