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não oferece riscos 03.10.2019 | 18h00

Justiça concede liberdade provisória a MC Poze do Rodo

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Reprodução/Twitter

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A juíza da 1ª Vara Criminal da Comarca de Sorriso, Emanuelle Chiaradia Navarro Mano, concedeu liberdade provisória a Marlon Brendo Coelho Couto Silva, o MC Poze do Rodo. Ele foi detido no último sábado (28), quando se apresentava em um evento na cidade, que fica a 420 km ao Norte da Capital.

 

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Além dele, outras três pessoas foram presas. Eles são acusados de corrupção de menores, tráfico, apologia e incitação ao crime. Contudo, a juíza em sua decisão entendeu que não há motivos para a manutenção da prisão. 

 

"Na hipótese vertente, após suas oitivas e juntadas de documentos, não subsistem as condições e/ou hipóteses que tenham o condão de fazer presumir pela necessidade da manutenção da prisão preventiva dos indiciados", explicou. 

 

Ela, ainda, afirmou que os réus são primários, têm bons antecedentes, endereço e profissão fixas e declaradas e, por isso, não apresentam indícios de que vão 'reiterar na prática criminosa'.

 

Navarro descartou a hipótese de que a prisão realizada pela Polícia Civil tenha sido decorrente da criminalização da profissão do MC, como alertou seu advogado. Pontuou, também, que os crimes supostamente cometidos precisam ser analisados ao longo da instrução processual. 

 

"A prisão preventiva, de acordo com interpretação comprometida com perfil constitucional, é medida extrema e somente pode ser decretada se evidenciada sua rigorosa imprescindibilidade, lastreada em motivos concretos indicativos da necessidade da segregação', finalizou. 

 

Caso 

 

Na última quarta-feira (2), o MC foi transferido de Sorriso para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá). Para sua defesa, feita pelo advogado José Estevam Macedo Lima, a prisão é caracterizada como criminalização a profissão.   

 

“Ele é um artista, foi contratado para se apresentar no evento. A prisão representa a criminalização da profissão. Veja, ele não produziu o evento. É morador do Rio de Janeiro, não tem nenhum conhecimento do público alvo no estado de Mato Grosso”.  

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