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OPERAÇÃO COVERAGE 17.09.2019 | 16h01

Justiça solta coronel acusado de fraudar registro de arma

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TJ-MT

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A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) revogou a prisão preventiva do policial militar Sada Ribeiro Parreira, acusado de envolvimento na fraude de registro de arma de fogo. A decisão é desta terça-feira (17).

 

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O militar foi preso na Operação Coverage, em 21 de agosto. A ação desencadeada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GGCO) apura esquema de falsificação no registro de uma arma que teria sido usada em 7 crimes de homicídio praticados por grupo de extermínio investigado na Operação Mercenários.

 

Na data foram presos tenente-coronel Sada Ribeiro Parreira, o sargento Berison Costa e Silva e os tenentes Cleber de Souza Ferreira e Thiago Satiro Albino. Destes, apenas Cleber continua preso.

 

Denúncia
Cinco oficiais da Polícia Militar foram denunciados pelo Ministério Público do Estado (MPE) no dia 5 de setembro pelos crimes de organização criminosa, embaraço de investigação em três inquéritos, falsidade ideológica, fraude processual e inserção de dados falsos em sistema de informações. Além da condenação pelos crimes praticados, o Ministério Público requereu que, ao final da ação penal, seja decretada a perda definitiva do cargo público dos cinco réus.

 

Consta na denúncia que os oficiais militares utilizaram-se de seus cargos e funções de relevância para fomentar esquema criminoso voltado à adulteração de registros de armas de fogo, mediante falsificação documental e inserção de dados falsos em sistema informatizado da Superintendência de Apoio Logístico e Patrimônio da Polícia Militar.

 

Uma das armas de fogo que teve o registro adulterado, adquirida por um dos denunciados, segundo o MPE, teve como objetivo ocultar a autoria de 7 homicídios, sendo 4 tentados e 3 consumados, ocorridos entre os anos de 2015 e 2016, praticados pelo grupo criminoso conhecido como “Mercenários”.

 

Os promotores de Justiça também apresentam a correlação das ações ilícitas dos denunciados com as investigações da Operação Assepsia, a partir da análise dos dados extraídos do aparelho celular do 2º tenente da PM, Cleber de Souza Ferreira, apreendido durante o cumprimento de buscas e apreensões realizadas no âmbito da referida operação.

 

Segundo o MPE, em uma das conversas por WhatsApp do militar com a sua namorada, ele manifesta preocupação em resolver duas ocorrências relacionadas à apreensão de uma arma e de 86 celulares apreendidos e escondidos em um freezer localizado no interior da Penitenciária Central do Estado.

 

Na denúncia, que tem 74 páginas, o Ministério Público discorre sobre 7 fatos envolvendo os oficiais da PM e comprovam a ocorrência dos crimes praticados. A ação penal tramita na 11ª Vara Criminal de Cuiabá

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