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R$ 5,5 milhões 27.05.2020 | 19h22

Juíza confirma ao STF que Alan Malouf pagou parcelas de delação

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Eduarda Fernandes

eduarda@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

A juíza Ana Cristina Silva Mendes, titular da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, enviou informações ao ministro Marco Aurélio do Supremo Tribunal Federal (STF) que confirmam que o empresário Alan Malouf está cumprindo com o pagamento das parcelas do ressarcimento de R$ 5,5 milhões aos cofres públicos. A devolução faz parte do acordo de delação premiada do empresário.

 

"A considerar o cronograma estabelecido, o colaborador se encontra adimplente com a obrigação prevista na cláusula 21 ª do Acordo de Colaboração Premiada", comunicou a juíza ao ministro. Marco Aurélio, atendendo um pleito do Ministério Público Federal (MPF), requisitou as informações quanto ao adimplemento das cláusulas do acordo, pois a Justiça de Mato Grosso ainda não havia prestado sequer as informações solicitadas no ano passado.

 

Leia também - STF cobra comprovantes de pagamentos de Alan Malouf

 

Em ofício enviado ao ministro no dia 15 de maio, a magistrada o deixa a par das "informações atualizadas e pormenorizadas acerca do cumprimento das cláusulas acordadas pelo delator, referentes ao pagamento dos valores e eventual cumprimento de pena".

 

Em 19 de abril de 2018 o acordo de delação premiada foi homologado com a finalidade de obter elementos de prova sobre crimes investigados no âmbito das Operações denominadas Rêmora e Sodoma. Nesse sentido, tramita na 7ª Vara Criminal de Cuiabá um incidente que serve apenas para o acompanhamento do cumprimento de cláusulas que constaram do acordo.

 

De acordo com este incidente, Alan Malouf efetuou a comprovação de pagamento até a 4ª parcela, vencida no dia 31 de dezembro de 2019. A próxima vencerá em 31 de julho, além de mais 5 parcelas. Cada uma no valor de R$ 212 mil.

 

Imóveis

Com relação aos imóveis dados em pagamento pelo colaborador, incluindo uma residência em condomínio de luxo e uma sala comercial, a juíza informa que encontram-se sob domínio da Justiça. "Verifico, ainda, que a empresa Novo Sabor Refeições Coletivas Ltda. concedeu anuência para dação em pagamento do imóvel, estando devidamente avaliado e homologado por este Juízo, no valor de R$ 2,3 milhões, aguardando a primeira temporada de Leilão de 2020", acrescenta a magistrada.

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