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tentaram arrancar coração 27.05.2020 | 09h33

MPE denúncia 3 membros do CV por tortura e matar PCC

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Marcus Vaillant/Reprodução

Marcus Vaillant/Reprodução

O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou 3 membros do Comando Vermelho pela tortura e assassinato de Thaison Silva de Morais, integrante de facção rival Primeiro Comando da Capital (PCC), em Rosário Oeste (128 km ao Norte). O crime aconteceu em 9 de maio e o corpo foi achado no lixão da cidade. O trio responderá por homicídio qualificado, vilipêndio à cadáver e por integrarem organização criminosa.


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Segundo informações do MPE, João Paulo de Castro Lima, vulgo “João Moeda”, Genoilton Domingos dos Santos, vulgo “Gene”, e Genilto Domingos dos Santos, vulgo “DJ Minhocão” teriam amarrado, torturado e matado Thaison Silva de Morais. Toda a ação cruel foi filmada e circulou em redes sociais. Um dos acusados ainda tentou arrancar o coração da vítima.


O crime teria sido motivado por briga pelo domínio de território entre Comando Vermelho e Primeiro Comando. Além disso, João Paulo nutria desejo de vingança pela vítima, pois ela teria tentado matá-lo em oportunidade anterior.


Para efetivar seu plano vingativo, João, de forma amistosa, teria atraído Thaison para um barraco nos fundos da casa dos outros dois suspeitos. Lá, o homem foi amarrado e torturado. Em um trecho do vídeo divulgado, um dos acusados dá uma facada no joelho da vítima e diz: “Eu vou abrir você, eu vou arrancar seu coração vivo, você vai ver eu arrancando seu coração”.


Após assassinada, a vítima foi levada para o lixão da cidade. No local, os suspeitos ainda filmaram um homem sem vida e com a barriga aberta.


“Com extrema frieza e malvadeza um dos denunciados, incentivado pelos demais, enfia a mão e os braços dentro do abdômen e região torácica da vítima, com intuito de retirar-lhe o coração para demonstrar a potencialidade cruel com que agem contra seus rivais”, diz trecho da denúncia oferecida no dia 25 de maio.


O cadáver foi achado horas após o crime. Durante investigação, os policiais reconheceram os suspeitos e foram até a casa de João Paulo, onde encontraram utensílios usados para o tráfico de drogas. Ele também seria responsável por recolher dinheiro dos membros subalternos do Comando e entregar aos superiores.


Na casa dos irmãos Genilto e Genoilton foram encontrados indícios da tortura praticada contra a vítima.


Segundo o MPE, o trio é denunciado por homicídio qualificado praticado por motivo torpe - vingança e disputa de território por organizações criminosas, emprego de tortura/meio cruel e dissimulação/recurso que dificultou a defesa da vítima, com as implicações da lei dos crimes hediondos. Também são acusados por associação criminosa e associação ao tráfico e vilipêndio a cadáver. João Paulo também responde por tráfico de drogas.

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