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Deu em A Gazeta 17.09.2020 | 08h57

Perri quer ouvir PGJ sobre ação dos grampos ilegais

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João Vieira

João Vieira

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Orlando Perri, solicitou a manifestação do procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, sobre uma possível inclusão do crime de interceptação telefônica ilegal, na denúncia contra o ex-chefe do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), promotor Marco Aurélio de Castro.

 

O pedido foi protocolado pela OAB/MT na última sexta-feira (11), após Perri ter autorizado a Ordem a fazer parte da ação para peticionar no caso.

 

A OAB alega que existem indícios suficientes para a denúncia de interceptação ilegal. Isso porque, além dos depoimentos do ex-cabo e atual sargento Gerson Corrêa e do coronel aposentado Evandro Lesco, a entidade apresenta detalhes que comprovariam as irregularidades.

 

Durante as duas operações (Ouro de Tolo e Arqueiro) que investigavam a ex-primeira dama Roseli Barbosa, o número do ex-governador e dos filhos foram incluídos nos pedidos de interceptaçoes telefônicas, “sem que o Gaeco detalhasse que os referidos números eram de familiares da primeira dama”, justifica o pedido da OAB.

 

Para a entidade, isso seria a prova de interceptação telefônica ilegal, ou seja, sem autorização judicial. Outra suspeita se refere ao fato do procedimento de investigação contra Silval ter sido aberto no dia 17 de agosto de 2015. E as interceptações coletadas pelo Gaeco dos números dele e dos filhos ocorreram dois dias depois.

 

A suspeita é que Silval Barbosa seria o principal alvo do Gaeco e não sua esposa. Roseli Barbosa foi presa no dia 20 de agosto de 2015 em São Paulo e transferida para Cuiabá.

 

E mesmo após ter sido presa e encaminhada para uma unidade prisional que não permite o uso de celulares, as interceptações continuaram nos celulares de Silval e filhos que foram inseridos como se pertencessem a ex-primeira dama. Foi assim que o Gaeco conseguiu interceptar o diálogo entre Silval Barbosa e a vice-presidência da República, assim como o diálogo com o desembargador Marcos Machado, e que ter ‘vazado’ propositalmente a mando de Marco Aurélio.

 

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