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Judiciário - A | + A

denúncia 03.07.2020 | 12h54

Procuradora vê irregularidades e represálias no Pronto-Socorro de Cuiabá

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Em vídeos nesta quinta-feira (2), a procuradora da República Vanessa Zago expõe as irregularidades encontradas no Hospital e Pronto-Socorro de Cuiabá, como falta de medicamentos e equipamentos, além de retaliações sofridas pelos profissionais da saúde, responsáveis pelas denúncias.


Na última quarta-feira (1), o Ministério Público Federal (MPF) protocolou junto à Procuradoria da República em Mato Grosso, Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Conselho Regional de Medicina (CRM) as denúncias apresentadas, para que os órgãos responsáveis tomem conhecimento e busquem medidas cabíveis.


“Desde o início do mês de junho, diversos profissionais da área de saúde tem apresentado ao MPF notícias de irregularidades como falta de EPI, falta de insumos, falta de equipamentos e falhas na gestão da unidade hospitalar”, explica a procuradora.

 

Leia também - MPF representa contra irregularidades no Pronto-Socorro e represálias a médicos


Durante fiscalização do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), 17 irregularidades foram listadas. Fora os equipamentos, a inspeção técnica também notou a falta de medicamentos e de exames diagnósticos para os tratamentos da covid-19 e outras.


Classificada como grave, os auditores relataram que nos leitos de UTI adulto faltam desfibriladores, eletrocardiograma, equipamentos adequados para aspiração traqueal, estetoscópios e outros.


O Pronto-Socorro antigo é tido como o hospital de referência ao tratamento de coronavírus em Cuiabá.


“Essa situação merece sim ser acompanhada, porque todo servidor público tem o dever de relatar aos órgãos de fiscalização as irregularidades que acontecem. No caso específico, o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá recebe recursos do Bloco Covid, do Ministério da Saúde, e quando habilitou os leitos que lá estão, já habilitou na condição de que eles estivessem todos prontos, acabados e disponíveis ao acesso da população”, aponta Zago.


A procuradora ainda lista a precarização do trabalho dos profissionais da saúde, como quebras de contrato ou transferências. “A representação do MPF é para que ocorra apuração em relação a prática de eventual ato de improbidade administrativa ou eventual prática do crime de prevaricação, uma vez que os servidores públicos que procuraram o MPF, no bojo de procedimento de investigação e relataram as irregularidades ao MPF ou tiveram seu contrato de trabalho recendido ou foram remanejados para outra unidade”, explica.

 

Veja o vídeo

 

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