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Judiciário - A | + A

recurso em liberdade 19.06.2019 | 09h53

Réu é condenado por matar rival com tiro nas costas por causa de barulho

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Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

O réu Adriano Dias de Arruda foi submetido a júri popular e condenado a 8 anos e 2 meses de prisão pela morte de Creideney Benedito do Nascimento e tentativa de homicídio contra João Soares de Elizeu. O julgamento ocorreu na segunda-feira (17), em sessão presidida pela juíza Mônica Catarina Perri, da 1° Vara Criminal de Cuiabá.

 

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O réu poderá recorrer da condenação em liberdade. A magistrada ponderou que já se passaram dez anos desde o crime e desde então Adriano Dias não se envolveu em nenhum outro delito. Ele estava em liberdade durante todo o processo e compareceu em juízo para comprovar suas atividades.

 

A denúncia conta que o crime ocorreu em 26 de outubro de 2008, no bairro Pedra 90. O acusado Adriano estava em uma festa, na casa da cunhada, quando houve desentendimento com pessoas que estavam na confraternização.

 

Irritado com o barulho, o vizinho João foi ao local e pediu que parassem com a algazarra. Ao que ouviu como responsa de um dos visitantes: “você não manda em nada aqui, cale a boca”.

 

Adriano saiu do local e disse que iria buscar uma arma para matar todos que estavam ali. O acusado saiu e despois retornou ao local, armado. O irmão de João, ao ver o réu, falou para ele “deixar disso” e não mexer com eles, pois estavam bêbados. Mas o réu respondeu que iria matar todo mundo. As vítimas estavam sentadas na calçada, consumindo bebidas alcoólicas.

 

“Em seguida, o denunciado se aproximou do grupo com a pistola calibre 765 nas mãos, e efetuou diversos disparos em direção à vítima João, que tentou fugir, mas atingida no rosto e a todos os outros que ali estavam. A vítima Creideney, que estava de costas para o denunciado e não percebeu a intenção deste, foi atingida por trás vindo a cair no local”, diz trecho da ação.

 

Creideney foi socorrido por terceiros e encaminhado ao Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, onde morreu em 15 de novembro daquele ano.

 

João foi atingido no rosto, mas em região não letal e se recuperou logo do ferimento.

 

O réu confessou o crime e disse que agiu em legítima defesa.

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