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ASSALTO em BANCA DE JOGO 26.09.2019 | 16h21

STJ nega recurso e Arcanjo vai a júri por 3 assassinatos

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Rogerio Schietti Cruz, negou o recurso da defesa do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, que tentava se livrar de julgamento popular pelo homicídio de 3 pessoas, em Várzea Grande. A decisão de quarta-feira (25) acompanha o parecer do Ministério Público Federal (MPF) contra a apelação.

 

Leia também -Conheça os processos que Arcanjo responde por homicídio

 

João Arcanjo é acusado de mandar matar Leandro Gomes dos Santos, Celso Borges e Mauro Celso Ventura de Moraes, em Várzea Grande. O crime aconteceu por volta das 21h, do dia 14 de março de 2001.

 

A defesa de Arcanjo sustentou que algumas provas foram obtidas de forma irregular e o processo deveria ser anulado. Cita que o Ministério Público Estadual (MPE) interrogou testemunhas fora do prazo legal.

 

“Inexistente, portanto, a ausência de fundamentação na decisão que encerra a primeira fase do Tribunal do Júri, uma vez que a pronúncia apontou devidamente em quais elementos de prova encontra amparo – inclusive com transcrição dos trechos dos depoimentos testemunhais. Desse modo, não há falar em nulidade do referido decisum ou em censura do acórdão recorrido que, em consonância com a jurisprudência desta Corte, manteve a decisão de primeiro grau”, diz trecho da decisão, que não acolheu a argumentação do réu.

 

Ainda não há data para a realização do júri popular, em Várzea Grande.

 

Os homicídios

Conforme informações, os o trio teria roubado R$ 500 de uma banca do jogo do bicho, da empresa Colibri de Arcanjo, situada no bairro Carumbé, em Cuiabá.

 

Os corpos foram encontrados em uma cova rasa, do bairro São Matheus, em Várzea Grande. Durante o processo, o ex-cabo da polícia miliar Hércules Agostinho confessou que matou as vítimas a tiros e que agiu a mando de Arcanjo. Ele foi condenado a 21 anos de prisão pelos crimes. O ex-soldado Célio Alves também confessou e foi condenado a 30 anos. Ambos são conhecidos por trabalharem para o comendador.

 

Arcanjo estava presos desde o dia 29 de maio, acusado de lavagem de dinheiro e atuar nos jogos de azar. Os crimes são investigados na Operação Manthus e, na quarta-feira (25) o réu foi para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica.

 

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