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Cuiabá, Terça-feira 20/10/2020

Judiciário - A | + A

MEDIDA PROTETIVA 20.09.2020 | 07h10

Vítima relata que advogado acusado foi ao trabalho de familiar

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Divulgação

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O advogado Cleverson Campos Contó está proibido de se aproximar da ex-namorada Mariana Vidotto por força de decisão judicial. O juiz Jamilson Haddad Campos, da Vara da Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá, determinou que a medida protetiva vigore por 6 meses, sob pena de prisão caso acusado descumpra. A Patrulha Maria da Penha foi comunicada da decisão e acompanha as partes.


Leia também - Justiça proíbe advogado de se aproximar de vítima de agressão

 

A decisão é do dia 16 de setembro e atendeu a um pedido da vítima, para que o ex não se aproxime dela, dos familiares ou testemunhas do caso. Em entrevista ao , Mariana Vidotto contou que o suspeito esteve no ambiente de trabalho de um familiar ainda essa semana. “Todos vivem apavorados”, ressaltou.


Ela relata que tem surgido várias mulheres denunciando terem sofrido algum tipo de violência por parte do jurista. “É surreal o número de denúncias”, conta a vítima. As mulheres que a procuram buscando ajuda são orientadas a buscar acompanhamento psicológico e a denunciarem as agressões.


A empresária conta que antes de denunciar o ex-, ele insistia em tentar contato com ela, inclusive por meio de perfis que não eram os seus em rede social. Após a visita até o trabalho da familiar, ela decidiu pedir a protetiva. Agora ele precisa ficar a, pelo menos, 500 metros de distância de pessoas ligadas à vítima.


Na decisão, o magistrado pontua que é comprovado o risco á vítima e a tramitação processual caso a protetiva não fosse imposta. Relata que somente a palavra da jovem já é suficiente para determinação do distanciamento. Além disso, cita boletins de ocorrência e outros depoimentos que comprovam a violência contra mulher.


Outro lado
Defensor de Contó, o advogado Eduardo Mahon afirmou durante entrevista na semana passada que as acusações não passam de tentativas de afetar a imagem do seu cliente, além de estratégias para obter indenizações cíveis e punições penais baseadas em “testemunhas que não aparecem”.

 

O caso
O advogado é acusado, oficialmente, por 9 mulheres de ter praticado violência contra elas. Os abusos vão desde ameaça, agressão física e psicológica até estupro. Alguns casos datam de 2016 e outros são mais recentes. Além das 9, outras vítimas informaram terem sofrido violência, mas ainda não registraram a denúncia.

 

 

 

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