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mesmo com 4 liminares 21.06.2020 | 11h45

Em UPA, idosa corre risco de morte e não acha vaga em UTI

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Mesmo com 4 liminares contra o Estado e a Prefeitura de Cuiabá para que fosse transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) coonariana, a idosa Izaura Rezende Gonçaves, 79, não consegue ser removida. Ela sofre de doença cardíaca e seu quadro é grave, representando risco de morte. No entanto, segue internada em enfermaria da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro. Ao lado fica a sala que abriga pacientes de covid-19 que esperam transferência para hospital de referência.


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A neta dela, Rosangela de Freitas, entrou em contato com o e relatou que a idosa está internada na unidade há 16 dias. Desde então, já teve convulsões, está com ferida nas costas e sem previsão de conseguir realizar o procedimento necessário.

 

Divulgação

Izaura Rezende Gonçaves

 Idosa está internada há duas semanas

A jovem conta que a avó sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) no começo do ano, foi tratada e retornou para casa. Há cerca de um mês, ela desmaiou e foi levava para a UPA. Depois de medicada e observada, recebeu alta e foi para casa.


No entanto, dias depois teve novo desmaio e foi levada para a enfermaria da UPA. Foi diagnosticado um problema no coração que prejudica a circulação do sangue. Para sanar o defeito, precisa ser internada em UTI coronariana, no entanto recebeu a resposta da Secretaria de Estado de Saúde (SES) que não havia vaga, pois todas estavam destinadas à covid-19.


“Procuramos a Defensoria e conseguimos 4 liminares, mas não conseguiu ainda. Conseguimos uma vaga em Tangará da Serra, mas o Estado não tinha UTI móvel. Depois a gente tentou levar particular, mas o médico disse que ela poderia morre no caminho”, conta a neta.


No documento que a denunciante encaminhou ao conta que o médico que a atendeu emitiu laudo ressaltando que a remoção para UTI é “prioridade”. A espera pode levar a mulher a morte ou gerar sequelas irreversíveis.


A situação tem se agravado, a passaram a surgir manchas pelo corpo da senhora, causadas pela falta de circulação no sangue. Além disso, há feridas nas costas por conta do longo período na mesma posição.


“Na sala ao lado de onde ela está estavam internadas duas pessoas com covid. Uma delas morreu e o outro não sei o que houve. Ela já fez exame e deu negativo, mas é muito arriscado ficar lá”, relata a mulher.


Outro lado
A Prefeitura de Cuiabá foi procurada e informou que o Estado é responsável por UTI cooraniana. Que o município não tem esse tipo de leito.


A SES não encaminhou resposta sobre o não cumprimento das liminares.

 

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