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terras arrendadas 14.02.2020 | 16h17

Laboratório de coca funcionava em fazenda de embaixador colombiano

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Polícia Nacional da Colômbia

Polícia Nacional da Colômbia

Autoridades da Colômbia e dos Estados Unidos, em uma investigação conjunta, encontraram um laboratório de refino de cocaína em uma fazenda de propriedade do embaixador colombiano no Uruguai. A propriedade rural pertence à família de Fernando Sanclemente Alzate há 44 anos, mas, segundo ele, tinha parte das terras arrendadas a terceiros.

 

A fazenda está localizada na zona rural do município de Guasca, a uma hora da capital, Bogotá. De acordo com o jornal El Tiempo, o local tinha capacidade para produzir meia tonelada da droga por mês, que era enviada para Europa e Estados Unidos através do aeroporto internacional El Dorado.

 

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Segundo as autoridades, a investigação começou com o acompanhamento das substâncias químicas utilizadas para a produção da droga. O objetivo era encontrar o laboratório onde ela era produzida, e assim os responsáveis.

 

O grupo era conhecido como 'narcos invisíveis' porque não pertecem a nenhum grande grupo ou cartel. Além disso, de acordo com autoridades, eles eram muito discretos, diferente do perfil excêntrico de narcotraficantes com festas regadas a álcool e drogas.

 

Este 'novo tipo' de produção procura espaços para alugar, passam pouco tempo nos locais, mudando com frenquência a fabricação da droga para evitar serem encontrados pela autoridades.

 

Incêndio Florestal
Na última quarta-feira (12), uma operação da Polícia colombiana de combate a cultivos ilícitos acabou em um incêndio florestal após a explosão de produtos químicos utilizados para a produção de cocaína. O corpo de bombeiros precisou ser chamado para controlar as chamas.

 

Na ocasião, cinco pessoas foram detidas, três eram responsáveis pela segurança do local e duas pela produção, com materiais utilizados para a fabricação da droga em armazéns dentro de uma propriedade rural. Todos responderão por fabricação e tráfico de drogas.

 

Mas o que surpreendeu as autoridades é que a propriedade onde o laboratório foi encontrado pertence à família do embaixador Fernando Sanclemente há pelo menos 44 anos. A fazenda era utilizada para a criação de cavalos de corrida e gado Angus, e ainda produção de leite, segundo um comunicado oficial da embaixada.

 

O embaixador reconheceu que a propriedade pertecence à sua família em conjunto com a família Spiwack, propietária das Organizações DANN, com hotéis e financeiras. Sanclemente afirmou também que deixou de ser administrador da propriedade em 2019 ao assumir o cargo de embaixador.

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