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situação complicada 07.01.2020 | 15h18

Quem forma a coalizão que ocupa o Iraque desde 2014

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Reprodução / Facebook NAS Pensacola

Reprodução / Facebook NAS Pensacola

Após o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani em um ataque aéreo ordenado pelos EUA, o Iraque pediu a saída imediata das tropas norte-americanas que estão no país desde 2014.

 

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Nesta segunda (6), um comunicado do governo pareceu indicar essa saída. Em seguida, a notícia foi desmentida. Ainda não é possível dizer o que acontecerá com os quase 5 mil soldados que estão no país, além de outros que poderão chegar nos próximos dias.

 

Esforços internacionais

A operação chamada de Inherent Resolve ("determinação interna", em tradução livre) começou em junho de 2014, ordenada pelo então presidente dos EUA, Barack Obama. O objetivo era combater a expansão do Estado Islâmico, que começava a dominar grandes áreas do norte do Iraque.

 

Desde então, 14 países participaram das operações. Os EUA responderam pela maior parte das tropas envolvidas, dos ataques aéreos e dos equipamentos deslocados para a região.

 

Entre os demais, Austrália, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Jordânia, Holanda e Reino Unido, permanecem na coalizão. Canadá, Dinamarca, Marrocos e Turquia fizeram parte dos esforços, mas retiraram suas tropas. A Nova Zelândia irá fazer o mesmo ainda este ano.

 

Ataques aéreos

A principal arma usada pela coalizão durante os mais de 5 anos de combates foram os ataques aéreos: até hoje, foram realizados mais de 34,6 mil. As baixas estimadas entre os militantes do Estado Islâmico foram de dezenas de milhares de combatentes.

 

O governo norte-americano estima que 7,7 milhões de pessoas foram libertados do EI durante a campanha no Iraque e na Síria.

 

Após o fim do conflito no Iraque, parte das tropas permaneceu no país, para treinar forças de segurança locais para o caso de novos levantes dos radicais do Estado Islâmico.

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