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fundador do Wikileaks 19.11.2019 | 16h22

Suécia suspende investigação de estupro envolvendo Assange

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ESTADÃO CONTEÚDO

ESTADÃO CONTEÚDO

A Suécia suspendeu, nesta terça-feira (19), a acusação de estupro que havia sido reaberta contra o ciberativista e fundador do Wikileaks, Julian Assange. As informações são da rede de notícias americana CNN

 

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O anúncio foi feito pela vice-diretora de Ministério Público sueco, Eva-Marie Persson, em coletiva de imprensa em Estocolmo. "A denunciante apresentou um relato crível e confiável, suas explicações são claras, longas e detalhadas. Mas acredito que as evidências perderam força a tal ponto que não há razão para continuar a investigação", disse. 

O ciberativista sempre negou as alegações feitas contra ele. 

 

Na mira das autoridades

Assange entrou na mira das autoridades no início de 2010, quando o Wikileaks divulgou um vídeo militar dos Estados Unidos mostrando um ataque de helicópteros a Bagdá que matou 12 pessoas no ano de 2007.

 

Em agosto do mesmo ano, o ciberativista passou a ser investigado pela Suécia por denúncias de estupro e abuso sexual e se tornou alvo de um mandado de prisão internacional. 

 

Ao fim de 2010, ele se entregou à polícia de Londres, no Reino Unido — mas conseguiu liberdade condicional graças ao pagamento de uma fiança de 240.000 libras (aproximadamente R$ 1.202.472, em valores atualizados), financiada por seus apoiadores.

 

Prisão na embaixada do Equador

O fundador do Wikileaks, entretanto, foi acusado de violar as condições de sua condicional e acabou por pedir proteção à embaixada do Equador em Londres, onde permaneceu asilado por 2.429 dias até ser detido.

 

Em comunicado após a ação policial, promotores norte-americanos declararam que Assange era denunciado pelo crime de conspiração por tentativa de acessar um computador secreto do governo dos Estados Unidos junto à ex-analista de inteligência do Exército Chelsea Manning no ano de 2010.

 

Violação de condicional

Ele foi condenado a 50 semanas de prisão no dia 1º de maio de 2019 em um tribunal de Londres por violar sua condicional ao entrar na embaixada do Equador em Londres no ano de 2012 para evitar ser extraditado para a Suécia.

 

As apurações contra Assange pela Justiça sueca, entretanto, já haviam sido arquivadas em 2017 — diante da impossibilidade de fazer avançar a investigação — e foram reabertas em maio deste ano, após sua prisão. 

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