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governo local 30.03.2020 | 16h10

Xangai fecha pontos turísticos por medo de 'nova onda' de coronavírus na China

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As principais atrações turísticas de Xangai, na região central da China, foram fechadas novamente no domingo (29) pelo governo local. De acordo com o site Shanghai Daily, a medida emergencial tem por objetivo impedir um novo pico de transmissão de coronavírus — responsável por causar a doença covid-19. O país acumula um total de 3,3 mil pessoas mortas e 81.439 infecções confirmadas desde o início da epidemia.

 

Pontos como a Shanghai Tower — segundo edifício mais alto do mundo — e Oriental Pearl TV Tower, incluindo cruzeiros pelo rio Huangpu, ficarão fechados por "tempo indeterminado", informou o jornal. Os locais estavam abertos desde o início do mês, quando o país registrou queda no númeto de casos da doença.

 

Leia também - Diretor-geral da OMS diz que não dá para prever quanto tempo pandemia vai durar

 

Ao todo, 25 atrações estão impedidas de abrir as portas — incluindo as que estavam programadas para reabrir "em breve".

 

'Segunda onda de coronavírus'
Um número crescente de casos de coronavírus importados na China pode provocar uma segunda onda de infecções no momento em que transmissões domésticas "basicamente foram interrompidas", disse uma autoridade sênior de saúde nesta domingo (29), ao mesmo tempo em que o alívio nas restrições de viagens também pode levar a mais riscos dentro do país.

 

A China, onde a doença surgiu pela primeira vez na cidade central de Wuhan, acumulou um total de 693 casos vindos do exterior, o que significa que "a possibilidade de uma nova rodada de infecções permanece relativamente grande", declarou Mi Feng, porta-voz da Comissão Nacional de Saúde (NHC).

 

Coronavírus na China
A Comissão Nacional de Saúde da China disse nesta segunda-feira (30) que o número de casos ativos de infecções pelo coronavírus Sars-CoV-2 no país é de 2.396. Esta é a primeira vez desde janeiro que os registros de doentes com sintomas ficou abaixo de 2.500.

 

Segundo a entidade, o número inclui 31 novos casos contabilizados entre sábado e meia-noite de hoje (13h de domingo em Brasília), dos quais 30 são de pessoas que vieram do exterior, os chamados casos "importados".

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