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DEFESA DAS VÍTIMAS 13.08.2019 | 18h11

Advogado acusa blogueira de dirigir em alta velocidade

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Reprodução/GD

Reprodução/GD

Testemunhas do acidente que matou uma criança de 3 anos no último domingo (4), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), afirmaram que a blogueira Lidiane Campos, além de ter invadido a pista preferencial, estava acima da velocidade permitida na via.

 

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De acordo com o advogado da família, Ronaldo Bezerra, devido ao estrago no carro, é evidente que ela estava em alta velocidade.

 

"De maneira informal algumas pessoas testemunharam e falaram que o excesso de velocidade estava absurdo. A gente está acompanhando, tem que aguardar, mas pelas condições do veículo, pela experiência que a gente tem, ela não estava trafegando devagar não".

 

Informações do boletim de ocorrência apontam que por volta das 18h40 Lidiane dirigia uma caminhonete preta quando, em um cruzamento, colidiu com uma motocicleta com 3 ocupantes. Lidiane é casada com o ex-deputado federal Adilton Sachetti.

 

"Se for realmente dessa forma gera uma responsabilidade civil e criminal. O crime sempre nasce de uma conduta ilícita. Se realmente ficar comprovada pelas informações que nós obtivemos que ela teria invadido a preferencial, causado o acidente, e evadido do local ela terá que responder criminalmente através do dolo eventual, que é praticamente um homicídio doloso com responsabilidade de ir até a júri popular", explicou o advogado.

 

Delegada responsável pela investigação, Ludmila Zorzetti Vendramel disse que a blogueira pode responder pelo crime de homicídio culposo na direção do veículo com aumento de pena pela omissão de socorro.

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Comentários

Willian - 13/08/2019

Dra. Delegada Ludmila, seja firme ao rigor da lei, e puna com exemplaridade mais esta forma imprudente e irresponsável de mais um condutor(a), que acha no direito de interromper uma vida no trânsito brasileiro, e nem ao menos dar direito de prestação de socorro a vitima. Ser da nobreza nesse país, é como estar acima das leis vigentes. E sabemos que todos nós temos direitos e deveres iguais, pelo menos no papel. A sociedade mato-grossense acredita no potencial da PJC-MT.

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