06.09.2017 | 18h55
Pai e filho donos de uma oficina especializada em motocicletas da Capital foram presos em flagrante, nesta quarta-feira (6), pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Derrfva). O proprietário da empresa de 45 anos, e o seu filho de 20, são acusados dos crimes de receptação, adulteração de sinal de veículo automotor, fraude no comércio e associação criminosa. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos presos.
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Além de serem flagrados com peças roubadas, eles são suspeitos de adulterar óleos lubricantes, colocando produtos de qualidade inferior, em embalagens de produtos conhecidos no mercado.
Os policiais receberam denúncia de que na oficina “Moto Bala”, no bairro CPA 1 , havia motores de origem ilícita, além de ocorrer fraude na comercialização de óleo lubrificante. O estabelecimento já era conhecido da Polícia, por irregularidades anteriores, como receptação de motocicletas roubadas e adulteração de sinais veicular.
Em diligências no local, os policiais encontraram 3 motores de motocicletas, sendo dois Honda e um XR3-300, abertos e sem os sinais de identificação, impossibilitando a checagem da origem. No expositor da loja, havia várias embalagens de óleo abertas, sem o lacre original e disponiblizadas para venda ao consumidor. Foram apreendidos 25 litros de óleo fraudados e 2 litros de óleo tipo C, os quais possivelmente eram utilizados para enganar o consumidor.
Segundo o delegado titular da Derrfva, em 2 anos é a 3ª vez que a delegacia flagra irregularidades na empresa. Na última ocasião, o proprietário fugiu, deixando a esposa e funcionários no estabelecimento. “Além da reiteração de conduta nos delitos de receptação e adulteração de sinais automotores de veículos, desta vez, foi constatado na empresa, crime contra a economia popular, uma vez que eles vendiam produtos do Paraguai em embalagens de produtos conhecidos, para obter um lucro maior”, destacou o delegado.
Os suspeitos foram encaminhados para audiência de custódia, no Fórum da Capital. O delegado representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva e pela suspensão das atividades comerciais da empresa. O procedimento também será encaminhado para a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para cancelamento da inscrição da empresa. (As informações são da assessoria da PJC)
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