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MORTE POR ASFIXIA 27.08.2020 | 17h29

‘Começou a fazer justiça’, diz mãe sobre prisão de genro que matou filha

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Montagem

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Diego Murta dos Santos foi preso nesta quinta-feira (27), suspeito de ter assassinado Oriany dos Santos Barbosa, 28 anos. O corpo da jovem foi encontrado na região do Capão do Pequi, em Várzea Grande, no dia 20. Antes de desaparecer, ela deixou um bilhete indicando que o namorado era o responsável pelo sumiço.


De acordo com informações da Polícia Civil, Diego foi preso em Várzea Grande. Durante interrogatório na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ele negou o crime, apesar de ter confirmado que foi a última pessoa a estar com a vítima.


Ele informou ainda que viu a moça passar mal, até falecer. O suspeito não acionou o socorro e não soube explicar os motivos por ter agido dessa forma. Oriany foi encontrada em avançado estado de decomposição e sem documentos, em um matagal no Capão do Pequi.

 

Leia também - Jovem encontrada morta deixou bilhete ligando namorado ao seu sumiço


A mãe de Oriany, Osilene Santos, relatou ao que Diego disse ao seu pai que teria discutido com a jovem, no meio da rua. Em dado momento, ela “ficou fora de si”, e para “revidar”, ele a asfixiou até a morte. Diego fugiu em seguida.

 

O delegado Olímpio da Cunha, responsável pelo caso, informou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) não foi concluído. Porém, a jovem tinha sinais de asfixia. 


Indignada, Osilene e a família de Oriany pediram por justiça nas redes sociais após o feminicídio. Diego usa tornozeleira eletrônica e tem mais de 10 passagens pela polícia.


“Começou a se fazer justiça. Nada do que fizer com ele vai amenizar a minha dor. Mas algo precisa ser feito. O que eu penso, graças a Deus, é que ele não vai fazer isso com mais ninguém e não vai se aproximar de mim”, disse a mãe, após saber da prisão do genro.


A jovem deixa uma criança de 3 anos. “Preciso me fortalecer, ela deixou um filho pequeno e eu preciso me levantar e seguir por ele. Eu só tinha ela, minha filha única, nada vai trazê-la de volta”, lamenta.

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