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'especialistas' em crimes 11.09.2019 | 15h32

Criminosos se passam por policiais civis, rendem advogado e praticam extorsão

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Quatro homens integrantes de uma associação criminosa que se passavam por policiais civis para a prática de crimes foram presos em flagrante pela Polícia Civil.

 

Estão presos Halker Cristian Rodrigues Sampaio, Yuri Ramirez Porto e Silva, Erlon Fávio de Campos Júnior e Kairo Rodrigues Pereira. Pesam contra eles os crimes de posse de munição e posse de arma artesanal, além de associação criminosa. 

 

As prisões ocorreram na terça-feira (10), em trabalho realizado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

 

Leia também - Justiça converte prisão e manda madrasta para o presídio de Cuiabá

 

A GCCO recebeu uma denúncia, no dia 5 passado, da existência de um  grupo armado que se identificava como policiais civis da própria Gerência.

 

Os acusados renderam um advogado, deixaram ele privado de sua liberdade e realizaram extorsão. Após a prática destes crimes, o grupo manteve as ameaças e cobranças via mensagens e ligações durante o fim  de semana e na segunda-feira (9), quando a vítima procurou a GCCO.

 

Com a informação de que as ligações para a vítima eram realizadas de um hotel da Capital, os policiais da GCCO foram até o estabelecimento, onde conseguiram identificar o suspeito Halker, que se hospedou no hotel desde o dia 6 e deixou a local sem efetivar o pagamento dos consumos realizados. Enquanto os policiais estavam no hotel, Yuri, chegou a estabelecimento a procura de Halker.

 

Questionado, Yuri acabou revelando o seu envolvimento com o grupo, e o local em que Halker estaria, outro hotel, no bairro Araés. Os policiais seguiram até o local, onde encontraram Halker junto com os demais suspeitos Erlon e Kairo. Com eles, foi apreendido um simulacro de pistola, munições de calibre.38, além de uma porção de maconha,

 

Diante das evidências, os quatro suspeitos foram conduzidos a GCCO, onde Halker e Yuri foram reconhecidos como os autores da extorsão praticada contra o advogado. Interrogado, Yuri disse ser vigilante e informou aos policiais que possui armas de fogo na residência, sendo duas armas registradas, uma pistola calibre .380 e um revólver calibre .38.

 

Na residência do suspeito, os policiais localizaram uma arma de fogo artesanal, calibre 20 e munições do mesmo calibre, além de colete balístico e algemas.

 

Segundo a delegada Juliana Chiquito Palhares, os levantamentos realizados pela equipe do GCCO indicam que a associação criminosa já atuou em outros crimes e que cabia ao suspeito Yuri, o fornecimento das armas para as ações do grupo. “Eles se passavam por policiais civis, e Halker já registrou dois boletins de ocorrência em que se passou por policial, registrando o

extravio da sua carteira funcional e do porte de arma de fogo”, disse, por meio da assessoria de imprensa.  (Com informações da assessoria)

 

 

 

 

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