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NOME DE TERCEIRO 15.07.2020 | 14h53

Em depoimento, empresário afirma que arma era de amigo

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

Durante seu depoimento na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), o empresário Marcelo Martins Cestari, pai da adolescente que atirou em Isabele Guimarães Ramos, 14, afirmou que a arma que disparou era de um amigo, Glauco Fernando Mesquita Corrêa da Costa.


No primeiro depoimento de segunda-feira (13), logo após ter sido preso por posse de arma ilegal, o empresário disse ao delegado Olímpio da Cunha Fernandes que duas armas estavam registradas no nome do amigo.


Conforme a Polícia Civil, 7 armas de fogo foram encontradas na casa de Marcelo, no Condomínio Alphaville, em Cuiabá. Das 7, apenas uma tinha registro. Duas estavam no nome de Glauco Fernando Mesquita e outras quatro sem documentação.

 

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As armas estariam sem documentação por estar em posse do despachante identificado como Marcelo Eubank, pois seriam provenientes do exterior. No entanto, Marcelo ainda pontuou que teria as guias de transporte, documentação de compra e autorização do exército. Ele argumentou que estava sem registro justamente por estar com o despachante.


Indagado sobre o porquê de possuir armas em casa no nome de terceiros, ele alegou que é amigo de Glauco, e os dois praticam tiro esportivo juntos – ele teria CR e CAC, certificado de registro de atirador desportivo.


Além disso, Marcelo afirma que o amigo iria comprar as armas dele, porém, ainda não tinham feito a parte documental, mas que uma tomada de posse já teria ocorrido das referidas armas.


Segundo a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a arma que disparou na adolescente seria de calibre 38, e estava carregada quando foi apreendida. O tiro atingiu Isabele na narina e saiu pela nuca.


Além da arma, documentos e os celulares da vítima e da adolescente que fez o disparo foram apreendidos para perícia.


O empresário e a filha prestaram novos depoimentos na tarde de terça-feira (14). O delegado Olímpio informou que não está mais a frente das investigações, e que o caso foi transferido para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (DEDDICA).

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