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3 FACADAS NO PESCOÇO 19.02.2021 | 11h47

Empresária foi assassinada após cobrar dívida de R$ 1,4 mil, diz polícia

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João Vieira/Reprodução

João Vieira/Reprodução

Empresária Rosemeire Soares Perin, 56, foi morta com golpes de faca no pescoço e quase degolada após cobrar uma dívida que o suspeito Jefferson Rodrigues da Silva, 33, tinha com ela no valor de R$ 1.400. Ele deu 3 depoimentos à polícia, mas só o último tem validade.

 

Delegado Marcel Gomes de Oliveira contou em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (19) que Jefferson confessou no último depoimento que matou Rosemeire e diferente do que disse antes, Pedro Paulo de Arruda não tentou estuprar a vítima e nem foi o autor das facadas.

 

“O que motivou o crime foi uma dívida que ele tinha com ela desde que adquiriu uma máquina de sorvete dela em março de 2020, pelo preço de R$ 7 mil. Depois da compra, a máquina deu problema e manutenção ficou em R$ 2.100. Depois disso, ele ficou devendo mais R$ 850”, lembrou o delegado.

 

A dívida se arrastava desde novembro e por conta da pandemia, o trabalho com a venda de sorvete foi afetado. Dessa vez, ele quis comprar um batedor de milk-shake de Rosemeire e começou a negociar com ela. A máquina custava R$ 400.

 

“Nesse período, ele começou a vender espetinho e comprou pratinhos de plástico dela também, no valor de R$ 156, que foi somado à dívida. Quando ela foi cobrar, ele não gostou. Ela já estava na casa dele testar o batedor de milk-shake e foi quando recebeu uma gravata do agressor, ficou sem ar, desmaiou e foi amarrada pelos pés, mãos com fitas e amordaçada”.

 

O caso

A empresária foi vista pela última vez na terça-feira (16), quando saiu para ir trabalhar. Naquele dia, segundo o marido, a mulher teria enviado um áudio por Whatsapp dizendo que iria resolver demandas do trabalho em Várzea Grande.  

 

À noite, quando o homem retornou para a casa, recebeu mensagens estranhas do celular da esposa, nas quais ela disse que estaria na cidade de Sinop. Naquele dia, o marido então procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência.  

 

Posteriormente, na quarta-feira (17), a filha da mulher foi até a casa do casal à procura da mãe. A filha ainda tentou ligar diversas vezes para a mãe, que só respondeu por mensagens de texto. Desconfiada da situação, ela registrou outro boletim na DHPP. 

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