EXPLOSÃO de CAIXAS 04.09.2019 | 12h00

yuri@gazetadigital.com.br
Arquivo/Montagem
Prisão do empresário Deykso da Silva Brito, 38, conhecido como Deckão, causou surpresa nos moradores da região do CPA, onde há anos trabalha com lanchonetes. Na investigação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) ele é suspeito de integrar o grupo responsável pela explosão e furto de uma agência bancária no CPA.
Além do trabalho, também ficou conhecido quando assumiu a vice-presidência da Associação Cuiabana de Comida de Rua (ACCR) em 2015, engrossando o movimento da categoria em prol da regulamentação da atividade profissional nas ruas de Cuiabá.
Ele foi preso na tarde de segunda-feira (2) durante diligência da GCCO no bairro Residencial Buriti ao lado de outros 3 suspeitos, Maxwell Nogueira Silva, 22, Leonardo Souza Novais de Alencar, 22 e Luan Reis do Nascimento, 21.
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Na casa, polícia encontrou roupas manchadas com tinta vermelha, característica em casos de violação de caixas eletrônicos, além de R$ 3 mil com cédulas também manchadas.
Após ter o nome e imagens divulgadas pela imprensa, muitas pessoas, entre amigos, familiares e clientes, reagiram de todas as formas nas redes sociais. Um dos clientes comentou "quem diria", já outra pessoa pediu orações.
Na página da lanchonete, a irmã do empresário fez um desabafo, criticando a cobertura da imprensa e de quem está julgando o suspeito. “Eu não sei quanto essas pessoas ganham ao julgar antes da Justiça bater o martelo final”, diz.
Segundo ela a investigação está em andamento “e cabe ao juiz fazer definição do processo. Então, antes de vir a rede social, tome cuidado com o que fala ou posta. Meu irmão é suspeito, espero que ele consiga provar sua inocência. Caso contrário, terá que pagar”, continua.
Por fim, ela ressalta que “por trás de tudo isso, existe uma família que o ama muito e está com ele”. Prisões, além dos já citados, outras 4 pessoas foram presas ainda na segunda-feira, além de um menor de 16 anos.
Drogas, arma e dinheiro foram apreendidos. Já na terça-feira (3), mais 5 pessoas foram presas lavando dinheiro com uísque, com o objetivo de tirar a mancha das cédulas.
Ao todo, até o momento, a GCCO recuperou mais de R$ 100 mil que estavam em posse dos suspeitos.
Prisão preventiva
A delegada Juliana Palhares informou que a prisão é preventiva, com período de 30 dias. Investigação vai apontar 'quem era quem' dentro do grupo, além de apontar se planejavam ou já teriam realizado outros furtos.
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