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Deu em A Gazeta 26.10.2020 | 07h35

Facção é suspeita de fazer 'sumir' ao menos 15 pessoas

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Divulgação

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Facção Comando Vermelho (CV) é suspeita de ser responsável por pelo menos 15 desaparecimentos e mortes de pessoas na Capital e em Várzea Grande nos 2 últimos anos. É o que apontam investigações do Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NPD), que funciona junto à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá. Vítimas em sua maioria são ex-presidiários ou usuários de drogas, alvos de punições ou decretos de morte por parte de lideranças da facção.

 

Em muitos casos, a investigação já obteve até as fotos das vítimas, amarradas e vivas e, na sequência, já executadas. As imagens são compartilhadas por aplicativos entre os faccionados. Mas, mesmo tendo as fotos em mãos, os corpos até hoje não foram localizados. Uma dessas vítimas é Luiz Gustavo dos Santos Ferreira, 34, que morava na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande. Desaparecimento ocorreu há exatamente um ano, no dia 23 de outubro do ano passado. Ele aparece em uma foto sentado no chão e sem camisa, com as mãos amarradas para trás. Na sequência, aparece já caído, com muito sangue na região da cabeça. Na segunda foto é vista em primeiro plano a arma na mão do executor.

 

Em alguns casos, os desaparecidos já foram alvos de “salves” anteriores, quando foram avisados pela facção de que se “aprontassem” de novo não teriam outra chance. É o caso do ex-presidiário Emerson Branco da Silva, 30, que possivelmente foi sequestrado em casa, no dia 26 de setembro de 2019, onde morava com a mãe, no Jardim Fortaleza, na Capital. Cerca de 5 meses antes, ele já havia sido alvo de um “salve”, quando apareceu em casa todo ferido.

 

A família do adolescente Kildery Guilherme Silva de Oliveira, 17, também suspeita da ação da facção. O adolescente saiu escondido de casa no dia 27 de outubro e nunca mais foi localizado. A informação é que ele e outros rapazes, dias antes, haviam sido vítimas de um “salve”, que foi interrompido com a chegada da Polícia Militar. Mas, logo depois, dos 3 alvos, dois sumiram, entre eles Kildery. Já em relação a Welinton Correia da Silva, 29, desaparecido em 16 de junho de 2019, a única pista que a polícia conseguiu foi localizar a tornozeleira eletrônica que ele portava em um córrego, na região do Coxipó. Ele foi sequestrado de casa, por volta das 20h, diante da família por homens armados. Depois disso, não manteve mais contato.

 

Leia reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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Comentários

DE OLHO - 27/10/2020

A INTELIGÊNCIA DA POLÍCIA DEVERIA ESTAR Á FRENTE DESSAS FACÇÕES !!

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