Publicidade

Cuiabá, Terça-feira 15/10/2019

Polícia - A | + A

RECORREU DE CONDENAÇÃO 21.06.2019 | 16h01

Júri livra mãe acusada de matar filha de 23 dias enforcada

Facebook Print google plus

Divulgação/ TJMT

Divulgação/ TJMT

Os jurados do Tribunal do Júri absolveram Juliana Jesus Miranda da Silva da acusação de ter matado a filha asfixiada, em um hotel, de Cuiabá. A mulher foi julgada no dia 19 passado, pela segunda vez. Ela havia sido condenada pelo crime, em 2016, porém recorreu e agora foi inocentada, em sessão presidida pela juíza Mônica Catarina Perri, da 1° Vara Criminal de Cuiabá.

Leia também - Mulher é condenada a 16 anos pelo assassinato de filha recém-nascida em Cuiabá

 

Durante o julgamento, a mulher ficou em silêncio. Tanto Ministério Público Estadual (MPE) quanto a defesa da ré argumentaram aos jurados que não havia provas contra a mulher de que ela tenha intencionalmente matado a criança. O júri acolheu o argumento e inocentou a mulher.

 

Submetida à júri popular em 22 de junho de 2016, a mulher foi condenada a 16 anos de prisão pelo crime. A defesa recorreu e da decisão e a sentença foi anulada, sendo realizado um novo julgamento essa semana.

 

Conforme a denúncia do MPE, a vítima Ana Júlia Silva Costa tinha 23 dias quando morreu, em 23 de junho de 2008. Na data, a bebê estava com a mãe e o irmão mais velho no hotel em que a acusada trabalhava e morava, no bairro Alvorada.

 

No dia, a menina chorava muito e a mãe teria se irritado e agredido a criança. Consta nos autos que a mulher pegou a bebê pelos pulsos e a jogou na cama. Depois, apertou o pescoço até que desmaiasse.

 

“Por volta das 04h, a denunciada avisou o pai da vítima, Benedito Santana da Silva Costa, que mora em Nova Mutum-MT, que a filha estava morta e ele chegou em Cuiabá por volta das 14h onde constatou que Ana Júlia havia sido espancada e morta, razão pela qual acionou a polícia”, diz trecho do documento.

 

A mulher foi presa em flagrante e permaneceu no presídio Ana Maria do Couto Mai, por 1 mês e 20 dias.

 

À polícia, a acusada admitiu o crime e disse que se irritava com o choro da criança. Que quando a menina parou de chorar e desmaiou, ela achou que a pequena estivesse dormindo e dormiu também. Mas acordou às 4h e viu que a menina estava morta. Ela então ligou para o marido e disse que houve um acidente e tinha dormido sobre a filha.

 

O laudo na necropsia realizado no corpo não foi conclusivo para apontar a causa da morte.

 

Na ação consta que a mulher foi condenada por abandono de incapaz que resultou na morte do primeiro filho, na época com 2 anos e 7 meses. O julgamento ocorreu em abril de 2016.

 

No decorrer do processo, que se arrasta há 11 anos, a mulher foi submetida a exame de insanidade mental que não detectou qualquer enfermidade.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Jornal do Meio Dia - JM

Jornal do Meio Dia - JM

GD

GD

Enquete

Ter um diploma leva a uma maior remuneração?

Parcial

Edição digital

Terça-feira, 15/10/2019

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 18,85 0,27%

Algodão R$ 91,52 0,21%

Boi a Vista R$ 134,00 0,75%

Soja Disponível R$ 68,80 0,58%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2019 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.