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ALEGA USO DE DROGAS 10.04.2026 | 16h25

'Não tive intenção de matar', afirma suspeito de matar jovem asfixiada

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Reprodução

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Rafael Pendloski Torres, de 20 anos, preso nesta sexta-feira (10), suspeito do assassinato da jovem Raissa Pereira da Silva, de 24 anos, na quinta-feira (9), no bairro Jardim Primaveras em Sinop (500 km ao norte), apresentou uma versão em que tenta associar o crime ao uso de drogas e a um suposto descontrole emocional no momento dos fatos.

 

Durante a abordagem conduzida pela equipe de Força Tática da Polícia Militar, Rafael foi questionado sobre a motivação do crime pelos policiais e, segundo ele, tanto ele quanto a vítima teriam consumido entorpecentes antes de iniciarem uma discussão. O homem afirmou que estava há dias sem dormir e sob efeito de substâncias ilícitas.

 

“Foi uma discussão muito feia. Eu tava bêbado, drogado, virado já, estava dois dias sem dormir. Ela também estava usando. Nós usamos pó, bala, MD”, disse.

 

O suspeito reforçou, em mais de um momento, que não teria tido a intenção de matar a jovem, alegando que a situação saiu do controle em meio ao estado alterado em que se encontrava.

Leia também - Suspeito é preso por crime brutal contra jovem em Sinop

 

“Não foi na intenção de matar. Acho que foi droga, muita coisa na cabeça, parece que nem caiu minha ficha”, declarou.

 

Ainda conforme o depoimento inicial, ele afirmou que já conhecia a vítima e que os dois já haviam se encontrado anteriormente, o que indica que não se tratava de desconhecidos.

 

Questionado sobre antecedentes, o suspeito disse já ter tido passagem pela polícia quando menor de idade, permanecendo pouco tempo apreendido.

 

As declarações do suspeito devem ser analisadas no decorrer das investigações. A Polícia Civil segue apurando o caso e reunindo provas para esclarecer a dinâmica do crime e definir o enquadramento legal, que pode incluir feminicídio, a depender dos elementos apurados.

O crime
De acordo com as investigações, a vítima recebeu o suspeito em casa por volta das 6h. Cerca de uma hora e meia depois, ele deixou o local sozinho. A jovem não foi mais vista, o que levantou suspeitas de familiares. A irmã da vítima, que mora em outra cidade, acessou as imagens do sistema de segurança e, ao perceber a situação, acionou a polícia.

 

Ao chegarem ao imóvel, os policiais confirmaram a morte. A perícia apontou sinais de asfixia mecânica, sendo que a vítima estava com uma toalha enrolada no pescoço, possivelmente utilizada no crime.

 

 

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