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envenenou enteada 15.02.2020 | 07h15

Pai de Mirella visitou acusada de matá-la uma vez na cadeia feminina

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Marcus Vaillant/Reprodução

Marcus Vaillant/Reprodução

Presa desde setembro de 2019, Jaira Gonçalves de Arruda, 42, acusada de matar a enteada Mirella Poliana Chue de Oliveira, 11, envenenada, recebeu a visita do marido dela, José Mario Gonçalves, pai da menina, uma vez na penitenciária Ana Maria do Couto May.

 

A informação foi confirmada à reportagem do pela equipe que administra o presídio feminino. Apesar de o nome de José estar entre os familiares da acusada, ele sequer solicitou a Carteira Individual de Visitantes do sistema prisional.

 

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"Ele esteve lá apenas uma vez, durante uma visita social, que é assistida por uma profissional de Serviço Social. Não se sabe o assunto conversado, mas durou em torno de 15 minutos. Depois disso, nunca mais voltou", contou uma fonte ao .

Morte
Mirella morreu em junho de 2019 após chegar morta em uma unidade de saúde de Cuiabá. Laudo apontou que havia veneno, um pesticida usado em hortaliças, no sangue da menina.

 

Investigações da Delegacia Especializada na Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) apontam para Jaira como a autora do envenenamento. Os delegados responsáveis pelo caso informaram que a menina ingeria o pesticida a conta gotas.

 

“Para não parecer, porque chega no hospital, a criança está passando mal, morre de causa indeterminada por alguma infeção, pneumonia, meningite, como muitas vezes suspeitaram”, explicaram.

Jaira foi presa em flagrante no dia 9 de setembro, mas a Justiça decretou sua prisão preventiva após a audiência de custódia no dia 10, no Fórum de Cuiabá. Desde então, ela segue presa e o inquérito em segredo de Justiça por se tratar de uma menor.

 

Dez dias antes de ser presa acusada de matar a enteada envenenada, Jaira procurou a Polícia Civil para denunciar Claudina Chue Marques, 55, que é avó materna da vítima. 

 

Na denúncia de calúnia e difamação, Jaira afirma que Claudina estava dizendo para pessoas conhecidas que ela era a responsável pela morte da menina e que ela havia sido envenenada até a morte.

Agora, a polícia investiga se ela é responsável pela morte do avô paterno da menina também por envenenamento. Deddica solicitou novos exames que contataram essa possibilidade. O corpo do homem será exumado.

 

Edson Emanuel morreu em março de 2018. Após a morte dele, a menina passou a ficar sob os cuidados da madrasta e do pai. Ao que tudo indica, a morte dele também fazia parte do trama do crime, que tinha como objetivo ficar com uma indenização recebida pela garota desde a morte da sua mãe, em seu nascimento, ocorrida por erro médico.


O buscou identificar a defesa de Jaira, mas não obteve sucesso. O caso segue sendo identificado.

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