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Deu em A Gazeta 04.08.2020 | 07h36

Perito já antecipa que o tiro não foi acidental

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Laudos periciais do local do crime e balística vão trazer à tona a verdade sobre o homicídio da estudante Isabele Guimarães Ramos, 14, na noite de 12 de julho, no condomínio Alphaville, aponta o perito Carlos Roberto Angelotti, 59, chamado para atuar como assistente técnico no inquérito policial pela família da vítima. Ele aguarda também a entrega dos laudos, quando será realizada a reprodução simulada do crime, da qual irá participar. Com base no laudo de necropsia, a que já teve acesso, antecipa que o disparo que matou a Isabele não foi acidental.

 

Prefere não se manifestar sobre a investigação que está em curso, mas garante que a testemunha de um perito nunca mente. Trata-se do corpo da vítima, em local de crime, que é revelador. Professor da Academia de Polícia de disciplinas de local de crime e balística, o perito aposentou-se recentemente com 32 anos de atuação junto à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ele criou o método de reprodução simulada que é utilizado pela instituição e foi mestre de grande parte dos peritos responsáveis pela emissão dos laudos deste crime. Bem por isso teve o cuidado de se manter afastado, aguardando a finalização dos trabalhos dos colegas. Segundo assessoria da Politec, o laudo de balística deve ficar pronto nesta terça-feira (4) e, em seguida, o de local de crime. Mas ambos serão entregues ao mesmo tempo para o titular da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), que investiga o homicídio culposo. A autora do crime é outra adolescente de 14 anos, que disse que a morte da amiga decorreu de um disparo acidental.

 

Acredita o perito que, no caso de Isabele, a reprodução pode se estender durante todo o dia. Testemunhas e autores do fato, em separado, mostram, no local do homicídio, sua atuação, permitindo o confronto entre o que se declarou em depoimento e a dinâmica do crime, apontada pela perícia.

 

Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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Comentários

Ricardo - 04/08/2020

Eu acho o seguinte sobre o caso pq um pai quer ensinar uma filha de menor a mexer com armas sendo que nem um pai de familha que presiza em chacara nao tem acesso a armas pq se for pego e matar alguem o pai de familha vai responder pelos atos se for um marginal que ele matase o pai de familha tava lascado e outra coisa o pai dessa menina tem que responder pelos atos dele pq ninguem acha certo uma crianca com arma so ta essa repercucao pq sao gente do dinheiro se fosse um pobre todo mundo ja tinha esquecido entao tem muita gente so acha que os ricos tem mais direitos que os pobres o brasil tem muita desigualdade enquanto nao mudar as leis os pobres se ferrao eos ricos por mais que estao errados les tem direitos a tudo. Porisso tem que imvestigar bem o assacinato da menina pq isso ate uma crianca sabe que nao foi acidental ok pensso assim

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