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MAIS DE 250 ARQUIVOS 05.02.2026 | 10h18

Polícia investiga se jovens flagrados com pornografia infantil fazem parte de rede de pedofilia

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Yuri Ramires e Vithória Sampaio

redacao@gazetadigital.com.br

Vithória Sampaio

Vithória Sampaio

Polícia Civil vai investigar se os jovens flagrados com arquivos de abuso sexual infanto-juvenil agiam sozinhos ou se fazem parte de uma estrutura organizada. Na ação desta quinta-feira (5), dois jovens de 18 e 23 anos foram alvos no mesmo endereço. O mais velho foi preso em flagrante com mais de 25 arquivos de pedofilia no celular.

 

“A investigação vai apontar como esses indivíduos conseguiram essas imagens. Se eles armazenavam para utilização própria ou se forneciam, divulgavam ou trocavam imagens com outros criminosos”, destacou o delegado Guilherme Rocha, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

 

Rocha lembra ainda que, nesse tipo de crime, é muito comum que os suspeitos usem os materiais como moedas de troca. “Eles trocam entre si. E a apreensão dos dispositivos eletrônicos é fundamental para que a gente possa entender o tamanho dessa rede. Saber se é algo isolado entre os dois alvos ou se é algo mais estruturado a nível estadual ou nacional”, disse.

 

Vale ressaltar que, o principal alvo da investigação era um jovem de 18 anos. Quando os policiais chegaram na casa dele, em Nova Mutum, encontraram também um jovem de 23 anos. A equipe fez uma rápida busca no celular do rapaz mais velho e localizou mais de 250 arquivos de pedofilia.

 

Divulgação/PJC

Operação Cesimt

 

 

“Eles não eram familiares, estavam na residência juntos. Ele vai passar pelo interrogatório para saber qual era a ligação entre eles”. Rocha destaca ainda que a investigação vai apurar se os arquivos encontrados são novos ou antigos e se já circulavam antes pela internet. É possível ainda identificar e localizar as vítimas, caso sejam brasileiras, bem como saber de onde elas surgiram.

 

Para o delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Junior, o combate sistemático aos crimes cibernéticos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, principalmente no que tange ao armazenamento e transmissão de arquivos digitais contendo pornografia infantil, é uma prioridade constante na DRCI.  

 

“Esta especializada vem trabalhando diuturnamente no combate dessas condutas abomináveis e geradoras de alta repulsa social”, destacou.  

 

CESIMT -Combate à exploração Sexual Infantil em Mato Grosso

O nome da operação é uma alusão à sigla CESIMT que significa a abreviatura dos crimes apurados de combate a exploração sexual infantil.  

 

A conduta investigada está tipificada no artigo 241-B da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), que pune a posse ou o armazenamento de registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes, prevendo pena de reclusão de até quatro anos.

 

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