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CRIME ANUNCIADO 10.08.2020 | 16h00

Samu já havia sido acionado para acidente com pólvora na casa de Cestari

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Reprodução/Montagem

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Antes da morte da adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, em julho deste ano, um acidente com pólvora já havia sido registrado na casa do empresário Marcelo Cestari, pai da menor que atirou na vítima, em dezembro de 2019. À época, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) precisou ser acionado.

 

De acordo com depoimento do enfermeiro que foi ao local no dia do acidente, o manuseio de armas de fogo pela família de Cestari era frequente na residência, sobretudo em ambientes comuns de convivência. Questionado sobre o caso, o próprio empresário admitiu que o acesso às armas era comum, mas apenas dos armamentos utilizados em práticas esportivas.

 

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Segundo o relato do enfermeiro, ao chegar no local ele viu uma série de objetos para manutenção de armas sobre uma mesa na sala da casa. No momento, uma mulher de vestido vermelho, que seria esposa de Cestari, tentou recolher os materiais, mas foi orientada pelo profissional da saúde que não poderia fazer aquilo pois se tratava de uma cena de crime.

 

O enfermeiro conta ainda que o empresário aumentou o tom de voz e falou que o acidente não aconteceu naquela parte da casa e, sim, no piso superior, no banheiro. Além do relato do profissional, o depoimento do namorado de uma das filhas de Cestari também falou que todos viram as armas da casa naquele dia, o que demonstraria fácil acesso aos armamentos.

 

Os apontamentos sobre o acidente com pólvora foram anexos à ação do Ministério Público de Mato Grosso que visa aumentar revogar a fiança prevista para Cestari. No documento, assinado pelo promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes na quinta-feira (07), o órgão ministerial aponta que o empresário teria condições suficientes para pagar a fiança de 100 salários mínimos, que foi reduzida para 50 salários mínimos após apontamento da defesa.

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