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Briga por comida e som alto 07.06.2019 | 15h50

'Sangue Bom' pega mais 14 anos de cadeia pela morte de borracheiro

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João Vieira

João Vieira

O eletricista Elizeu Soares de Oliveira, conhecido como Sangue Bom, foi condenado a 14 anos de prisão pela participação no assassinato de Izidoro Zakrzeski. O crime aconteceu em 2015 e o réu foi submetido a júri popular na quarta-feira (5). O acusado e comparsas mataram a vítima com mais de 40 facadas.

 

Leia também - Delegado diz que trio investigado cometeu vários crimes

 

Durante sessão de julgamento presidido pela juíza Mônica Catarina Perri, da 1° Vara Criminal de Cuiabá, o acusado foi interrogado e negou participação no crime. Porém, o corpo de jurados foi convencido da culpa do homem e reconheceu que o crime teve motivo fútil, em condição que dificultou a defesa da vítima e utilizando meio cruel.

 

Ao proferir a sentença, a magistrada ponderou que “Sangue Bom” foi condenado, em 2018, por outro homicídio pelo qual cumpre pena de 12 anos na Penitenciária Central do Estado (PCE).

 

Era 5 de março de 2015 quando o a vítima, o acusado e mais dois acusados começaram a discutir na borracharia situada em uma chácara às margens da MT 010, que dá acesso ao Distrito da Guia. Elizeu reclamada do som alto e que não havia comida para ele jantar.

 

O desentendimento se tornou mais acirrado e Sangue Bom atirou contra a vítima com uma espingarda. O disparo não acertou e os outros dois envolvidos passaram a golpear a vítima com a faca que portavam. “Cada um deu um pouco de facadas”, disse uma das testemunhas ouvida durante a investigação. “[...] efetuaram mais de 40 golpes de faca na vítima, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo de necropsia acostados autos e que foram a causa da sua morte”, consta na ação.

 

Uma um pedreiros que estava no local viu a ação e fugiu da cena do crime. Ele disse que ouviu a discussão e que ao sair para ver do que tratava os acusados já estavam esfaqueando a vítima. “ouviu uma voz que disse ‘vamos matar ou não vai’, que nesse momento, lhe deu uma dor de barriga e o declarante correu para o mato”.

 

Todos os acusados disseram que a testemunha não teve participação no crime. Esse mesmo rapaz afirmou que viu o momento em que o grupo cobriu o corpo da vítima com colchão e jogaram gasolina, mas não atearam fogo.

 

Após o crime todos fugiram do local e o corpo foi achado no outro dia por um vizinho que comunicou o dono da borracharia sobre o fato. Somente um dos acusados voltou ao local, dois dias depois, para pegar o pagamento da diária. Questionado, ele disse que não sabia de nada.

 

Sangue Bom foi preso somente em junho de 2017 e permanece recolhido desde então. Os acusados de ajudar no crime, Odenil Mendes Da Silva Cruz, “Jhonny e Oleandir Ferreira, “Bonito” ainda não foram julgados. Oleandir teve a prisão preventiva decretada em 2015 e revogada em 2016. Ele cumpre medidas cautelares em regime semiaberto.

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