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benevolência de parlamentares 06.02.2020 | 15h36

4 deputados votam para colega afastado retornar ao cargo

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Quatro dos 6 presentes da bancada federal de Mato Grosso na sessão da Câmara dos Deputados votaram pela derrubada da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou o afastamento do deputado José Wilson Santiago (PTB-PB), que é investigado e acusado de ter desviado recursos públicos de obras contra a seca no sertão da Paraíba.  

 

O seu correligionário Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), Juarez Costa (MDB), Carlos Bezerra (MDB) e Rosa Neide (PT) votaram com o parecer pela rejeição do afastamento do deputado paraibano, determinado pelo ministro do STF Celso de Mello. Apenas Dr. Leonardo (SD) e Nelson Barbudo (PSL) votaram pela manutenção do afastamento, ou seja, contra o parecer da Câmara. Já os deputados José Medeiros (PODE) e Neri Geller (PP) não estavam presentes na sessão.

 

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Foram 170 votos a favor do afastamento. Mas eram necessários 257. Votaram contra 233 deputados e 7 abstenções. 101 estavam deputados ausentes .   

 

A benevolência dos parlamentares de Mato Grosso já fora comprovada em outras situações. Em 2017, a Assembleia deliberou pela  revogação da prisão do ex-deputado Gilmar fabris, preso por suposta obstrução de Justiça na Operação Malebolge, a 12ª fase da Ararath. 

 

Naquela ocasião 19 deputados estaduais presentes na sessão votaram para que o colega saísse do Centro de Custódia da Capital (CCC), após ter ficado 40 dias detido. 

 

Já em 2018 os deputados votaram pela soltura do ex-deputado Mauro Savi (DEM), preso durante a operação a Operação Bônus, desdobramento da Operação Bereré, que apura esquema de fraude em contrato do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) junto à empresa EIG Mercados, que teria desviado mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos. Savi deixou o CCC após ficar 107 dias preso.

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