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Política de MT - A | + A

nova postura 21.11.2020 | 10h21

Abílio cita bíblia, nega estar mais ‘calmo’ e fala da covid-19

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Pablo Rodrigo e Izabelle Borges - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Após o anúncio do apoio dos concorrentes no 1º turno, Gisela Simona (Pros) e Aécio Rodrigues (PSL), Abílio Júnior (Pode) rebateu que estaria mudado e falou sobre o posicionamento que adotará durante a pandemia caso seja eleito no 2º turno. O candidato não descartou o fechamento de Cuiabá.

 

Abílio afirmou que em caso de dúvidas, entre ele e seu oponente na disputa, Emanuel Pinheiro (MDB), a pessoa deve ir de Emanuel, sendo essa uma de suas posturas duras e sem negociação.

 

O candidato disse que não mudou, só sabe que na política há momentos para tudo. Segundo ele, há momentos para gritar e de falar baixo. “Esses momentos vêm como no livro Eclesiástico que fala que há tempo para todas as coisas”, defendeu.

 

Leia também - Gisela e Aécio declaram apoio a Abílio Júnior no 2º turno

 

A nova postura adotada é para mostrar para a população que ele também pode dialogar, já que, segundo ele, o candidato à reeleição já possui essa imagem de saber se relacionar muito bem e o eleitorado vem buscando essa qualidade em um gestor. “Imagina um prefeito que não sabe ser flexível, imagina um prefeito que não sabe conversar com as categorias”, disse.

 

“Assim, se a gente souber medir, a gente vai saber administrar”, declarou.

 

Já no enfrentamento a pandemia, Abílio argumentou que não é contrário às prevenções da doença. “Eu sou a favor de que as pessoas usem máscara e eu sou a favor que as pessoas se protejam. Eu mesmo uso máscara, uso álcool em gel, eu me cuido”, declarou.

 

O candidato alfinetou o oponente Emanuel Pinheiro ao dizer que não pretende adquirir um posicionamento demagogo e hipócrita, que faz transmissão ao vivo “de coletinho esmeralda” para dizer que está ajudando, mas toma decisões que prejudicam a população. “Fazer live falando que vai resolver o problema e não fazer nada. Isso é mentira, dizer que tem responsabilidade”, alfinetou.

 

Segundo ele, a postura de decretar o fechamento da cidade só deve ser tomada em casos de urgência e pânico instaurado, mas que não pretende só prejudicar alguns profissionais. “O jornalista continua trabalhando, o cara da farmácia continua trabalhando, a mulher do mercado continua trabalhando, o homem do mercado continua trabalhando, é demagogia falar que vai fechar a cidade e prejudicar só alguns, então eu não vou fazer isso”, finalizou.

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