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VAGA DE SELMA 03.02.2020 | 13h38

Casa Civil nega favorecimento a Fávaro e líder critica liminar

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João Vieira

João Vieira

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, negou que o governador Mauro Mendes (DEM) tenha beneficiado o chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília (Ermat), Carlos Fávaro (PSD), com o pedido de liminar que foi acatado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele assuma temporariamente a vaga deixada por Selma Arruda (Pode), após a sua cassação.

 

"A Procuradoria Geral do Estado (PGE) avaliou que não é possível o Estado ficar com apenas dois senadores. Então nada mais constitucional que essa vaga seja ocupada por quem de direito, seja ele quem for. Então para que o Estado de Mato Grosso não fique prejudicado  no Senado Federal, se colocou isso no STF, se sagrou vitoriosa. A partir do momento que essa vaga ficar desocupada, já que ela está ocupada, então deverá ocupar o 3º colocado nas eleições de 2018", disse Mauro Carvalho nesta segunda-feira (3) durante a abertura dos trabalhos legislativos de 2020. 

 

Leia também - Botelho afirma que sucesso de Mendes ocorre por causa da AL

 

Na última sexta-feira (31) o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, concedeu uma liminar para Fávaro assuma a cadeira de deputado até a posse do novo senador após a eleição suplementar de 26 de abril. Na decisão, Toffoli acatou o pedido do governo que teme a quebra do pacto federativo por conta de uma possível falta de paridade no Senado, já que Mato Grosso ficaria apenas com dois senadores enquanto os demais estados com 3. 

 

Porém, a decisão foi criticada pelo líder do governo na Assembleia, Dilmar Dal'Bosco (DEM), que também é pré-candidato ao Senado. Para Dilmar o STF desrespeitou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu Fávaro de assumir e determinou novas eleições em até 90 dias. 

 

"Eu discordo [desse pedido do governador] até porque é uma eleição suplementar majoritária. Tem que se respeitar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral", disse Dal Bosco.   

 

"Eu achei estranho demais, nunca tinha visto isso. Quando se decide pela cassação, e cassou toda a chapa dela. Eu vejo que tem que ter uma eleição suplementar. E se está tendo uma eleição, não vejo de maneira nenhuma convocar o 3º colocado que não foi eleito com o voto do povo do Estado", completa. 

 

Nos bastidores, a decisão não agradou os aliados de Mauro Mendes (DEM), já que acreditam que ao assumir a vaga, Fávaro disputará sob vantagem aos demais candidatos. Além de Dilmar, também são pré-candidados na base de Mendes, o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), os deputados  Max Russi (PSB), o deputado federal Carlos Bezerra (MDB) e Gisela Simona (Pros). Até a publicação desta matéria a presidência do Senado não tinha sido notificada da decisão do STF.

 

 

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