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Quebra de decoro 13.08.2019 | 13h49

Câmara investiga conduta de Abilinho; sessão tem tumulto

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Assessoria/Câmara

Assessoria/Câmara

A Câmara de Vereadores de Cuiabá abriu um processo para apurar uma possível quebra de decoro parlamentar de Abílio Junior (PSC). Esse processo provocou tumulto durante a sessão desta terça-feira (13), com direito à discussão entre o presidente do parlamento municipal, Misael Galvão (PSB), que rebateu as acusações do vereador sobre a conduta da Comissão de Ética.

 

Durante a sessão matutina, Abílio reclamou da abertura do processo, que foi acatada pela presidência da Câmara, enquanto outros casos não teriam recebido o mesmo tratamento.

 

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Misael rebateu as críticas do colega e afirmou que ele prova “despreparo emocional, de relacionamento com as pessoas e em dialogar política de alto nível”.

 

O presidente da Câmara também disse que “a sociedade não quer mais saber de conversa fiada de Vossa Excelência. A sociedade quer resultado”.

 

Galvão enfatizou que nunca tratou Abílio com desrespeito e que tem uma história a zelar, por isso não cabem acusações sem fundamento. “Quando vier dialogar com Misael Galvão, vamos debater Cuiabá, resultados. Vossa Excelência fala bonito, chama holofotes, mas esse não é o meu perfil, não preciso disso”.

 

Ele também explicou que todos os processos que entram na Câmara recebem resposta, seja para o aceite ou para a negação do pedido. “Aqui tem limites, tem ética, tem respeito”, cobrou Misael.

 

No seu discurso, Misael enfatizou que enquanto o colega quer holofotes, deveria estar trabalhando por Cuiabá. “Tenho mais de 3 mil indicações esse ano. Se Vossa Excelência não pensa no povo, vamos no Parque Cuiabá ver as demandas, vamos no Dr. Fábio fiscalizar asfalto. Mas não venha com palanque barato, com picuinha”.

 

O processo em questão foi aberto por causa de uma ação de Abílio Junior em maio, quando ele filmou uma obra na casa do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) a afirmou que a construção estava irregular. O caso foi parar na delegacia, após o vereador acusar o segurança do prefeito de “roubar” o seu celular. Todo o processo foi transmitido pelas redes sociais.

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