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acusações de senadora cassada 21.02.2020 | 11h51

Confira vídeo - 'Congresso quer recursos para comprar votos e fazer rachadinha', acusa senadora

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Reprodução/Facebook

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A senadora cassada Selma Arruda (PODE) classificou deputados e senadores do Congresso Nacional como "malandros" por conta da intenção de derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro sobre a divisão do dinheiro dentro do chamado Orçamento impositivo, onde o Congresso pretende gerir R$ 30 bilhões.

 

"Isso serve para comprar voto, fazer rachadinha, para dar 30% de comissão para aqueles malandros que gostam de comissão. Isso serve para sustentar todo esse esquema corrupto com qual nós tanto brigamos", disse a senadora em suas redes sociais. 

 

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Para Selma, o objetivo desse recurso seria para que os parlamentares distribuam recursos em seus "seus currais eleitorais", além de usar os recursos "para se reelegerem ou pra eleger quem eles apóiam. Não vamos deixar isso acontecer, gente", completa. 

 

A senadora cassada ainda defendeu o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que nesta semana afirmou que o Congresso estava chantageando o Executivo. “Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente. Foda-se", disse ao sugerir ao presidente Jair Bolsonaro comunicar a população de que estaria sendo chantageado pelo Congresso.

 

"Nós sabemos que nessa semana até o general Heleno desabafou, falou um palavrão lá, dizendo que chega desses caras nos extorquirem. É isso que o Congresso está fazendo com o nosso presidente Bolsonaro", disse Selma defendendo o general. 

 

Selma Arruma aida diz em seu vídeo que o Congresso tem a função de fazer leis, fiscalizar as aplicação das leis e não para administrar dinheiro público. "Esse dispositivo do orçamento jamais existiu. Mas neste ano, que as pessoas estão com raiva só do PT, mas esqueceu que existem vários partidos corruptos no Brasil. Vocês  estão prestes a serem enganados com R$ 30 bilhões", voltou a reclamar. 

 

"O nosso déficit total do Estado é de R$ 40 bilhões. Vamos ter que pegar dinheiro emprestado pra dar pra esses malandros distribuírem como eles quiserem em ano de eleição", completa. Selma finaliza afirmando que existiria um acordo entre o governo Bolsonaro e o Congresso para que o recurso caísse pela metade, ou seja, apenas R$ 15 bilhões. 

 

"Isso também é absolutamente imoral e a gente não pode deixar acontecer. O Podemos, que é o meu partido, já entrou com obstrução total. Vamos votar pelo veto total. Vários partidos já estão aderindo a essa luta pelo veto total. O grupo Muda Senado do qual eu participo com muita honra, está unido em cima desse veto total", conclui. 

 

A declaração do general heleno causou uma crise com o Congresso. Os presidentes da Câmara e Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), rebateram as acusações. Alcolumbre chegou a analisar a convocação de Heleno no Senado.

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