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Cuiabá, Sexta-feira 25/09/2020

Política de MT - A | + A

mudanças 09.08.2020 | 13h55

Desde o começo da pandemia, Cuiabá passou por 37 decretos

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Divulgação

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A confusão na cabeça de muita gente sobre horários e o que pode funcionar em Cuiabá durante a pandemia do novo coronavírus não ocorre por acaso. Desde março, foram 337 decretos do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) que vão desde abertura (e fechamento) do comércio, passando por suspensão de aulas até chegar ao mais polêmico, que nem mesmo saiu do papel, o rodízio de carros e CPF.

 

Segundo levantamento realizado pelo , a gestão de Pinheiro começou com o decreto 7.868, em 3 de abril, com a suspensão temporária das aulas, fechamento das feiras livres e estabelecimento do antigo Pronto-Socorro, no bairro Bandeirantes, como unidade de referência para pacientes com covid-19.

 

Leia também - Pinheiro libera funcionamento de shopping centers e bares até 22h neste domingo

 

Em alguns casos, os decretos foram usados para prorrogar medidas já estabelecidas. A suspensão das aulas, que era apenas temporária no decreto 7.868, foi sendo estendida nos decretos 7.956, 7.890, 7998 e 8.025. No entanto, este último traz a possibilidade de aulas remotas para os 52 mil alunos matriculados na rede municipal e os 55 mil estudantes das escolas privadas.

 

Outra medida que foi citada em mais de um decreto foi a taxa de água e esgoto. Em 18 de março, o prefeito publicou o decreto 7.847, obrigando a concessionária a religar todas as unidades consumidoras cortadas. Dias depois, em 24 de março, proibiu o reajuste anual na tarifa de água e esgoto. E em 22 de maio prorrogou por mais 90 dias a proibição no corte de água.

 

Porém, o decreto mais polêmico da gestão de Emanuel Pinheiro nem chegou a ser colocado em prática e foi revogado menos de 24 horas após o anúncio oficial. O prefeito falou sobre o decreto 7.975 na live em 2 de julho, porém, após reuniões com o staff na mesma noite, acabou anunciando no dia seguinte que faria mudanças e não colocaria em prática as medidas mais rígidas.

 

O decreto em questão estabelecia rodízio de veículos, ou seja, de acordo com o número final da placa o veículo poderia circular em um dia específico. A entrada em supermercados também seria restrita pelo número final do CPF, para diminuir a circulação de pessoas nas ruas.

 

Na lista dos decretos de Pinheiro ainda constam os que regulamentam o horário do comércio, fechamento de feiras livres (7.868), abertura das feiras (8.033), toques de recolher (7.956, 7.957 e 8.002), medidas de biossegurança para abertura dos shoppings (7.929), abertura de igrejas (7.869), suspensão da verba indenizatória dos secretários (7.900), obrigatoriedade do uso da máscara (7.885), entre outros.

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Comentários

Hommer - 09/08/2020

Senhores, fui mas não sou mais eleitor do Manuel do Paletó. Mas se faz vcs falam. Se não faz vcs falam. Difícil. Como administrar a Pandemia se não for deliberando conforme a evolução ou redução dos casos e de que outra forma fazer se não por decreto.

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