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GUERRA POLÍTICA 30.01.2020 | 19h00

Emanuel nega baixar nível em debate e diz que Mendes governa com 'ódio'

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) negou que tenha baixado o nível do debate com o governador Mauro Mendes (DEM) durante a discussão sobre o fechamento da escola estadual Nilo Póvoas em Cuiabá. Segundo Pinheiro ele sempre procura fazer um debate de 'alto nível' e que Mauro estaria governando com "ódio".

 

"[Só porque eu pedi o Nilo Povoas] Vieram me agredir, pegaram metralhadora, arco e flecha, fuzil, tudo atrás de mim, por quê? A troco de que essa raiva, esse estresse todo? Administrar é você agir com alegria também, é amar a sua cidade, sua terra, seu estado. Agora tem gente que parece que administra com raiva do mundo. Parece que está com raiva de ser gestor", disse Emanuel Pinheiro nesta quinta-feira (30). 

 

Leia também - Governo descarta rever legislação tributária aprovada em 2019

 

Para o prefeito da capital ele vem cumprindo e honrado a cadeira de prefeito e que não deixa os seus sentimentos pessoais 'aflorarem'. "Agora do outro lado, a reciprocidade não é a mesma. É sempre chutando a canela, sempre tentando me destruir, sempre tentando me atingir, sempre atrapalhando", desabafou Pinheiro. 

 

Segundo ele, o pedido da escola ocorreu por entender que a escola Nilo Povoas é um patrimônio cuiabano e teria um valor sentimental para a população. "Você acha que um prefeito da capital, que é cuiabano de 'tchapa e cruz', que sabe o valor sentimental, emocional, histórico-cultural e educacional que é uma instituição como o Nilo Povoas, eu ia ficar quieto?", questionou. 

 

"Tem que conhecer o sentimento do povo cuiabano, a alma da Cuiabania que consolidou esta cidade nestes 300 anos para poder tomar decisões. Não é assim. gerir é conhecer a história, é conhecer a cultura política, econômica de uma cidade", completa.

 

Emanuel Pinheiro também afirmou que todos os pedidos do município são rejeitados pela gestão estadual. "O governo não cede nada. Olha os absurdos. Estão no Moiatará, que funciona a secretaria de Estado de Cultura. E eu não consigo reaver para o município. Ai propus entregar o Moitará e eles me entregavam o Nilo Povoas. Não dá. Pedi a ilha da banana que é essa inhaca. Coisa horrorosa, que eu queria ajeitar lá, porque parece uma ruína pós-guerra. Peço o pagamento de 44 milhões da Saúde não dão. A prefeitura não contratou com o CPF de Pedro Taques (PSDB), e sim com o do governo do Estado. Tudo que a prefeitura solicita do Estado não pode. E eu não estou pedindo nada de graça, tudo tem sua compensação. Estou tirando do estado que não está dando conta de fazer porque eu sei como é. Então está aí, Nilo Povoas é um exemplo", reclamou novamente. 

 

A declaração ocorre após a troca de farpas entre Estado e município na semana passada, após o governo ter anunciado o fechamento da escola e o prefeito ter solicitado para o município. Ao ser questionado sobre o pedido, Mendes disse que 

Emanuel Pinheiro teria tempo para explicar para população as investigações do Ministério Público Estadual na sua gestão.

 

Em resposta Emanuel disse que Mendes se comportava como um 'menino mimado rico' e que não teria postura para o cargo de governador.

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Comentários

neto - 31/01/2020

esse cidadao deveria era estar na cadeia....

Antonio - 30/01/2020

Como está chato esse mi mi mi entre esse prefeito e o governador! Como se a cidade de Cuiabá e o estado de MT não tivessem problemas. O pior que depois saem para jantar juntos, sentam na mesma mesa nas festas, etc... Tá igual a política e os políticos de antigamente aqui de MT. Vamos trabalhar e falar menos aff! Com todo respeito as profissionais lavadeiras, mais parecem duas lavadeiras como diz o dito popular!

2 comentários

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